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domingo, 16 de agosto de 2009

O Ultimo Samurai


É curioso constatar como apostas tidas como certas às vezes não funcionam muito bem na bilheteria. O Último Samurai tem tudo para agradar o grandepúblico mas misteriosamente não teve um bom retorno financeiro nos EUA.

No comando deste épico está Edward Zwick que apesar de não ser um cineasta já tem um bom curriculum na bagagem, foi produtor de 'Traffic' e 'Shakespeare Apaixonado' e diretor de Lendas da Paixão e de outro bom épico 'Tempo de Glória'. A intenção com 'O Último Samurai' foi abordar de forma grandiloquente a filosofia destes guerreiros japoneses que tinham na honra, justiça e disciplina a base de todo o seus ensinamentos. As locações são belíssimas, muitas tomadas abertas e com uma reprodução de época (1876) impecável.

Tom Cruise vive o capitão Nathan Algren que está em plena crise de consciência por ter combatido e assassinado dezenas de índios. Sente-se tão mal que está entregue à bebida e não tem mais motivação na vida. Mesmo assim é designado para uma missão especial, treinar o exército japonês com armas de fogo para conter uma revolta de samurais. Numa luta Algren é capturado justamente por estes guerreiros e ai começa a sua transformação. Primeiro o estranhamento com cultura e costumes tão diversos. Aos poucos vai assimilando tudo. Nesse processo de adaptação tem contato com o lider dos samurais, Katsumoto, o excelente Ken Watanabe. É claro que dessa relação vai crescer uma mútua admiração. Paralelamente surge o envolvimento da irmã de Katsumoto com o americano, que é mostrado de forma muito sutil. A última cena de batalha é a mais emocionante, mostra bem como a brutalidade por sí só pode ser vencida pela engenhosidade.

Cruise está discreto, não chega a ter grande desempenho mas também não atrapalha o filme é mesmo de Ken Watanabe, que compra a cena sempre que aparece. É claro que como grande porém, e é necessário dizê-lo aqui, é a previsibilidade de tudo, nos primeiros instantes da fita já sabemos exatamente como acabará.
Título Original: The Last Samurai
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 154 min
Ano de Lançamento: 2003
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 605 mb

terça-feira, 28 de julho de 2009

300


Se pensarmos apenas do ponto de vista técnico, de efeitos visuais e do quanto o filme acrescenta com isso, temos uma das mais belas experiências dos últimos tempos. As cenas de lutas entre os exércitos Persa e de Esparta são de uma beleza louvável. Na maioria das vezes não parecem cenas gravadas com um fundo azul e depois inseridas digitalmente, mas sim que o diretor Zack Snyder (Madrugada dos Mortos) construiu um novo conflito entre esses povos. Cada lança, cada luta, cada sangue jorrado é de uma realidade impressionante.

Mas como cinema é uma experiência onde principalmente a narrativa deve ser levada em consideração, "300" acaba sua exibição devendo e muito para o espectador. A história do exército liderado por Leônidas contra a tentativa de dominação do rei Xerxes é um de uma superficialidade que beira a ingenuidade no momento de se construir um roteiro. Mais preocupado em estabelecer logo as cenas de conflito, as cenas em que são explicadas as motivações da invasão a Esparta e a formação do exército de 300 pessoas é extremamente corrida, como sendo apenas um fiapo para justificar todo o sangue que transborda na tela. Diálogos que desvalorizam o excelente original de Frank Miller e a utilização de uma trilha extremamente melodramática só contribuem para enfraquecer esta que poderia ser uma excelente aventura, um excelente entretenimento.

Com personagens sem profundidade, nunca nos fica claro a real intenção de Leônidas: queria ele salvar seu povo ou apenas se afirmar como um soberano? Da mesma forma, qual a motivação de tantos o seguirem, já que nada fica estabelecido durante a projeção? O único que consegue ter um mínimo de coesão é Xerxes (vivido por Rodrigo Santoro), que demonstra ser "apenas" um ser desalmado que quer o poder pelo poder, tendo como objetivo a dominação dos povos. Ao mesmo tempo, em um mar de personagens masculinos-machões (sem qualquer vestígio de sentimento ou qualquer outra característica que os torna humanos), Xerxes consegue ser um personagem acima, já que transita entre todas as formas não se apresentado como homem, mulher, nem sequer um ser humano. Xerxes é um Deus, que nem sequer deve ser considerado humano como nós.

Recheado de polêmicas e discussões sobre sua profundidade, "300" demonstra ser algo bem menor do burburinho que gerou. Embora tenha acertos, é um filme que realmente poderia ter ido muito além, já que para isso tinha uma boa história, um elenco competente e um bom diretor. Mas às vezes (como neste caso), a vontade de se fazer um filme para a massa faz minar todas as características que fazem de uma obra (quadrinhos, livros) algo realmente considerável e acima da média de outros do gênero, fazendo com que alguns saiam bem feitos como "Sin City", e outros que ficam pelo meio do caminho, como "300" (apenas para ficar na comparação entre obras de Frank Miller). Como grande vilão do filme Rodrigo Santoro consegue ser o que há de melhor no longa (o que não é difícil, já que é um excelente ator), mas pode contribuir muito mais (e escolher projetos melhores) do que aconteceu com "300". De positivo fica toda a exposição que nosso "ator para exportação" conseguiu para efetivamente participar de bons projetos pelo mundo afora.

Trailer do Filme

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Título Original: 300
Gênero: Aventura
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

terça-feira, 21 de julho de 2009

Harry Potter e O Enigma do Principe


A franquia 'Harry Potter' está se tornando cada vez mais interessante nos cinemas. A linha mais adulta e inteligente iniciada com 'Prisioneiro de Azkaban' foi tomando força, e 'O Enigma do Príncipe' é o filme mais sombrio até aqui.

O diretor David Yates conseguiu transformar o quinto filme da franquia, 'Harry Potter e a Ordem da Fênix', em uma sessão divertida. O livro, considerado por muitos fãs como chato, se transformou em um ótimo filme. Sendo assim, ele teve mais liberdade em adaptar 'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' da sua maneira.

Como toda adaptação, 'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' não irá agradar a todos. Muitas passagens do livro foram deixadas de fora do filme, e algumas alterações serão notadas. Mas no geral, Yates conseguiu novamente e criou uma história bem amarrada, utilizando o que realmente importava no livro para abrir espaço para as duas últimas adaptações que estão por vir. E criou um filme que merece aplausos.

'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' traz a história do sexto ano de Harry Potter na escola de magia de Hogwarts. Enquanto Harry começa seu ano em Hogwarts, Lorde Voldemort traz destruição pela Inglaterra e a necessidade de derrotá-lo torna-se cada vez mais forte. Usando um antigo livro de poções que pertenceu ao Príncipe Mestiço, Harry aprofunda seus conhecimentos de magia e prepara-se para a guerra.

Antes ele precisa ajudar Dumbledore a descobrir o segredo da cruzada de Voldemort para conseguir a eternidade: o esconderijo de suas Horcruxes.

De todos os filmes da franquia, este pode ser considerado o que mais difere do livro. O roteiro praticamente alterou rumos da história, mas de uma maneira bem construida e funcional. Afinal, filme e livro são bem diferentes, e o que funciona em um pode não dar certo em outro. A construção dos personagens ficou mais interessante, e os argumentos do roteirista Steve Kloves convencem, sendo coerentes com as atitudes dos protagonistas.

Os atores evoluiram a cada filme e estão cada vez mais ligados aos personagens. Afinal, foram quase 10 anos atuando nos filmes da franquia.

Rupert Grint está hilário como Rony Weasley, e conseguiu uma química ótima com a novata Jessie Cave (Lilá Brown). Emma Watson está cada vez melhor como Hermione, sendo a atriz que teve melhor desempenho desde o primeiro filme, aqui ela prova não ser apenas uma atriz infanto-juvenil que se deu bem em uma franquia milionária, e sim uma ótima atriz que evoluiu e merece louvor. Daniel Radcliffe também demonstra amadurecimento e entrega aqui sua melhor atuação até o momento.

O elenco de nomes britânicos é invejável. De Helen McCrory (Narcisa Malfoy) e Alan Rickman (Severo Snape) a Jim Broadbent (Horácio Slughorn), um show de grande nível de consagrados atores.

A direção de Yates continua brilhante (mesmo que minha preferência ainda seja por Alfonso Cuarón, diretor do perfeiro Prisioneiro de Azkaban). Ele consegue manter o clima do livro, adicionando um toque mais sombrio e adulto com uma fotografia impecável, além de criar efeitos visuais e especiais mágicos.

'Harry Potter e o Enigma do Príncipe' consegue preparar o público para o final da franquia com louvor, além de deixar a certeza que Yates cumprirá seu papel e entregará mais dois filmes ótimos. A única tristeza dos fãs é saber que o momento final está se aproximando, e a franquia milionária que nunca decepcionou chega ao fim em apenas dois anos.

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Título Original: Harry Potter and the Half-Blood Prince
Gênero: Aventura
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento: 2009
Qualidade: Ts
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 450 mb

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Piratas do Caribe 3, No Fim do Mundo


Cinco anos se passaram desde que Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra estreou nas telas do cinema. De lá para cá o filme estourou nas bilheterias do mundo chegando a arrecadar US$ 1 bilhão no segundo filme da trilogia. O ator Orlando Bloom, o elfo Legolas da superprodução “O Senhor dos Anéis” tornou-se astro, assim como sua companheira de set Keira Knightley, que recebeu até uma indicação ao Oscar. Já o astro Johnny Deep criou mais um personagem para sua extensa e diversificada galeria de estranhas figuras. Seu Capitão Jack Sparrow de trejeitos afeminados é um dos responsáveis pelo sucesso do filme e pela legião de fãs.

Neste terceiro longa que fecha a trilogia, Sparrow, que no final de Piratas do Caribe: O Baú da Morte fora engolido pelo gigantesco monstro Kraken, manipulado pelo diabólico Capitão Davy Jones (Bill Nighy), retorna ao mundo dos vivos. Com a ajuda de Elizabeth Swann (Keira Knightley), Will Turner (Orlando Bloom), de seu inimigo e agora ressuscitado Capitão Barbossa (Geoffrey Rush) e de sua tripulação, Sparrow é resgatado do fundo do mar. Mas o motivo para todos descerem a terra dos mortos não é um ato tão nobre. A arriscada jornada tem como missão impedir que o ganancioso Lord Cutter Beckett (Tom Hollander), representante das Índias Orientais, de posse do baú que guarda o segredo do impiedoso Capitão Jones, seja usado para exterminar todos os piratas.

E para esta nova aventura o diretor Gore Verbinski convidou vários astros. Dentre eles, Chow-Yun Fat. Na pele do Capitão Sao Feng, chefe da pirataria de Cingapura, ele se une ao lado dos Nove Lordes da Corte da Irmandade, para derrotar o inimigo. Para os mais atentos há uma pequena passagem do guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, convidado pelo próprio Deep para viver seu pai, o Capitão Teague Sparrow.

Romance, aventura e cenas de ação grandiosas completam o filme. A cena de batalha dentro de um gigantesco redemoinho que se forma no mar, enquanto os tripulantes dos navios duelam, é impressionante, longa e uma das que fazem Piratas do Caribe: No Fim do Mundo um filme divertidíssimo. Uma sessão pipoca com direito a mais de duas horas e meia de duração.

Piratas do Caribe: No Fim do Mundo encerra uma das mais rentaveis trilogias do cinema

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Download do Filme - parte 1
Download do Filme - parte 2
Download do Filme - parte 3

Título Original: Pirates of the Caribbean: At World’s End
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 168 min
Ano de Lançamento: 2007
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 584 mb

domingo, 5 de julho de 2009

Watchmen


Comediante, um super-herói que pertencia ao grupo Watchmen, é assassinado. Rorschach, um antigo parceiro de lutas do morto, começa a investigar, desconfiando que todos os outros ex-heróis também estejam ameaçados. Suas conclusões acabam sendo piores do que ele imaginava.

A adaptação cinematográfica de Watchmen é um dos eventos nerds mais esperados nos últimos 20 anos. A graphic novel é tida por muitos especialistas como uma das melhores obras da nona arte. Com tanta expectativa em torno de um projeto, é muito fácil decepcionar os fãs.

Diretores questionáveis já estiveram relacionados para levar a desconstrução dos super-heróis para as telonas. Depois de Michael Bay (ufa!), Paul Greengrass e outros cineastas, o projeto finalmente caiu nas mãos de Zack Snyder e os fãs respiraram aliviados, ao lembrar o trabalho dele em 300. A fidelidade de Znyder é real, ao ponto de ele dar um exemplar dos quadrinhos para cada ator e permitir-lhes sugerir alterações para que a adaptação fosse a mais fida e digna possível.

O problema do filme é que o público que estiver interessado em ação pode ficar um frustrado, principalmente com o começo cheio de explicações e muito texto. Por outro lado, as melhores cenas são aquelas em que músicas selecionadas a dedo são o fio condutor da ação – o que não seria tão legal nos quadrinhos.

O resultado final não irá agradar muitos dos fãs. Comparando com outras adaptações, Watchmen acabou ficando raso – V de Vingança foi mais feliz nesse sentido – e há cenas que, mesmo quem não teve contato com a obra original, foram claramente inseridas e sobram entre os mais de 150 minutos do filme.

Eu adorei o filme, claro que por ser uma adaptção sempre vai ter alguma mudança que não vai agradar algue, mas o diretor conseguiu manter o espirito da HQ e criou uma das melhores adaptações de quadrinhos pro cinema. Esse filme desafia as pessoas a pensarem, não vem nada mastigado, alem de ser extremamente critico. Pessoas que forem ver o longa esperando mais um filme de super-herois cheio de poderes e pancadaria, é melhor passar longe.

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Gênero: Ação
Ano de Lançamento: 2009
Formato: RMVB
Idioma: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 528 MB

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Moonwalker


Moonwalker é a uma fantástica e emocionante ficção musical produzida nos últimos anos, e traz pela primeira vez em um longa-metragem o superastro da música mundial Michael Jackson no papel do herói de um planeta desconhecido que vem á Terra ajuda três criança no combate ao vilão Mr. Big e seu exército de viciados. Em meio e perseguição e incríveis sequências de efeitos especiais, Michael Jackson interpreta seus maiores sucesso e apresenta novas canções e coreografias sensacionais. Um filme de ficção? UM musical? Uma aventura fantástica? Moonwalkeré tudo isso e ainda mais. É o resultado da genialidade de um grande artista, que agora leva ás telas seu enorme talento, cercado de efeitos especiais que era o maximo na epoca que foi lançado.

filme começa com o vídeo de “Man in the Mirror” e depois parte para uma edição de videoclipes da careira de Michael. Depois vem uma paródia de “Bad” interpretada por crianças e então em uma seqüência Michael é perseguido por fãs. Então mais dois vídeos são mostrados e o filme mostra Michael como um herói com mágicos poderes, que é perseguido por Mr. Big (Joe Pesci), um traficante de drogas, mas mesmo assim Michael salva três crianças. Entre os vídeos estão “Smooth Criminal” e “Come Together”.

Mas se voce for ver o filme pensando que tem uma otima historia e muita ação, pode esquecendo, o filme é mais uma coletania de Video Clipes, mas como Michael Jackson é o rei dos videos clipes e praticamente inventou eles e a MTV, você concerteza vai ver otimos video clipes que conseguem sustentar e divertir ate o final do longa.

Esse filme é excelente, um show de efeitos especiais, um musical primoroso de extremo bom gosto e qualidade. Não é a toa que se tornou o home video mais vendido de todos os tempos e faria sucesso no cinema se a imprensa não tivesse detonado o filme. Michael é realmente um showman, é bom em tudo o que faz. O roteiro simples e de fácil entendimento torna o filme muito mais pop e recomendado pra todas as idades. Uma obra prima de musical.

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Título Original: Moonwalker
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 91 min
Ano de Lançamento: 1988
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 699 mb

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Warriors, Os Selvagens da Noite


Quando "Warriors" estreou nos cinemas, muitos críticos afirmaram ser o filme uma apologia as gangues de rua (isso aconteceria também 1988 com "Colors - As Cores da Violência" de Dennis Hopper). Realmente o filme mostra o universo destas gangues no final dos anos 70, mas em minha opinião, apesar de ser um filme violento, em nenhum momento ele glorifica as glórias, talvez em uma mensagem subliminar mostre que um grupo de pessoas com o mesmo objetivo e com um lider carismático possa começar uma revolução e o diretor usou o universo das gangues apenas como exemplo.

A história começa quando Cyrus marca uma reunião com todas as gangues de Nova Iorque para o Central Parque, ele mesmo líder de uma gangue. Durante a reunião ele incita todas as gangues a se unirem para luta, porém um outro líder Luther (David Patrick Kelly) não gosta da situação e resolve matá-lo com um tiro no meio da multidão. Em seguida acusa um dos integrantes dos Warriors de ter efetuado o disparo. Daí começa uma perseguição de todas as gangues atrás dos Warriors, que são de Coney Island e devem atravessar toda cidade para chegar em casa.

Sem dúvida, este é um dos melhores filmes de ação dos anos 70, mostrando com competência um universo até então inexplorado pelo cinema, o das gangues em uma Nova Iorque violenta.

O diretor Walter Hill tem sempre seus filmes voltados para ação, com homens duros como personagens principais, vide os dois "48 Horas", "Inferno Vermelho", "Limite da Traição", "O Último Matador" entre outros.

Do elenco desconhecido na época, apenas três atores seguiram em frente, o protagonista líder dos Warriors foi interpretado por Michael Beck que fez em seguida alguns filmes de baixo orçamento e participações em seriados na TV, o mais importantes em "Houston Knights" com Michael Paré como parceiro. O assassino David Patrick Kelly foi vilão em diversos filmes como "Comando Para Matar" e em outro filme de Walter Hill "O Último Matador" e mais conhecido acabou sendo James Remar, o número dois dos Warriors que não concorda com o líder, trabalhou em diversas produções como "48 Horas" de Walter Hill e em vários seriados de TV como "Sex And The City", "Jericho" e "Dexter".

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Título Original: The Warriors
Gênero: Aventura
Ano de Lançamento: 1979
Formato: Avi
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 831 Mb

terça-feira, 16 de junho de 2009

Senhor dos Aneis, O Retorno do Rei


Dirigido por Peter Jackson. Com: Elijah Wood, Ian McKellen, Viggo Mortensen, Sean Astin, Orlando Bloom, John Rhys-Davies, Billy Boyd, Dominic Monaghan, Miranda Otto, Karl Urban, Bernard Hill, David Wenham, John Noble, Cate Blanchett, Liv Tyler, Hugo Weaving, Sean Bean, Ian Holm e Andy Serkis (como Góllum/Sméagol).


Acabou. Depois de dois longos anos (ou 13 meses, na cronologia dos filmes), a perigosa e dramática jornada da Sociedade do Anel pela Terra-média chegou ao fim. Durante este período, fomos apresentados a criaturas tão distintas e fantásticas quanto orcs, Nazgûl, olifantes, balrogs, trolls, ents, elfos, magos e, é claro, hobbits. Passeamos por Gondor, testemunhamos a queda de Isengard, apreciamos o majestoso trabalho dos anões nas Minas de Moria, sofremos durante a batalha no Abismo de Helm, sobrevoamos Minas Tirith e entramos com Frodo na Montanha da Perdição. Mergulhamos, enfim, no rico universo concebido por J.R.R. Tolkien e levado para as telas com brilhantismo por Peter Jackson.

Encerrando a trilogia de maneira grandiosa, O Retorno do Rei é, sem dúvida alguma, o mais equilibrado dos três capítulos em relação ao ritmo: aproveitando a experiência obtida desde o lançamento de A Sociedade do Anel, Jackson refinou seu timing até alcançar a perfeição e, com isto, evitou os pequenos problemas de fluidez da narrativa que podiam ser constatados em As Duas Torres (a versão original, não a estendida). Resgatando o ótimo senso de humor presente no primeiro capítulo (e que pouco apareceu no segundo), O Retorno do Rei utiliza o alívio cômico apropriadamente, já que, na maior parte do tempo, mantém o espectador preso à poltrona em função dos acontecimentos tensos e espetaculares protagonizados pelos heróis. E, se (em As Duas Torres) o entebate prejudicava em parte o drama provocado pelo conflito no Abismo de Helm, desta vez as transições entre as diferentes narrativas acentuam o suspense de forma eficiente.

E isto é algo mais do que adequado, já que O Retorno do Rei é, na prática, o terceiro ato de um filme que dura cerca de 10 horas – e, portanto, representa o clímax das aventuras da Sociedade do Anel. Assim, por mais intensa que tenha sido a batalha em Helm, o conflito ambientado nos Campos do Pelennor possui uma escala infinitamente maior, tornando-se cada vez mais desesperador – e sua natureza épica é realçada pela magnífica trilha sonora de Howard Shore e pela câmera ágil de Peter Jackson, que inclui diversas tomadas aéreas que revelam centenas de milhares de combatentes em ambos os lados da guerra. Aliás, vou me atrever a fazer uma afirmação que, em condições normais, crítico algum deveria fazer: O Retorno do Rei possui, indubitavelmente, a maior batalha já vista no Cinema. E isto é fato.

Mas Jackson não é hábil apenas ao imprimir energia às seqüências de ação; seu talento para mergulhar o espectador em um clima de suspense quase insuportável também é colossal: assim, antes de nos apresentar a Laracna ou à Senda dos Mortos, o cineasta exibe (respectivamente) esqueletos envoltos por teias e cavalos irrequietos, construindo um cuidadoso clima de tensão. O resultado é que, no momento em que a ameaça real surge na tela, o público já está mais do que vulnerável ao choque – e é impressionante, o grau de realismo conferido a estas criaturas pelos ótimos efeitos visuais.

E já que citei os efeitos visuais, é óbvio que devo mencionar Gollum, que consegue se tornar ainda mais verossímil do que em As Duas Torres (quando já era praticamente perfeito): torturado por sentimentos conflitantes, a criatura é incrivelmente expressiva, permitindo que constatemos a frieza de seus olhos e a falsa humildade com que se movimenta ao tentar jogar Frodo contra Sam. Além disso, ao permitir que vejamos Sméagol antes de ser dominado pelo Um Anel, o filme torna o personagem ainda mais trágico, já que ilustra a transformação provocada pelo objeto (e, como bônus, ainda podemos ver o rosto do ator Andy Serkis, que deu vida a Gollum).

Aliás, O Retorno do Rei jamais sacrifica o desenvolvimento dos personagens a fim de beneficiar apenas as cenas de ação: do enlouquecido Denethor à corajosa Éowyn (passando pela dor de Elrond ao aceitar o destino da filha), o capítulo final de O Senhor dos Anéis é povoado por figuras fortes e memoráveis – e, dentre estas, Gandalf, que finalmente assume a posição central na narrativa. Sábio e gentil (a não ser quando irritado), o mago torna-se o líder absoluto da Sociedade do Anel, supervisionando do quadro geral (a guerra contra Sauron) aos detalhes (protegendo Pippin e Faramir, por exemplo) – e se você ficou impressionado(a) com a força de Gandalf ao lutar com o balrog na ponte de Khazad-dûm, espere até vê-lo enfrentando os orcs em Minas Tirith...

Porém, os grandes heróis de O Senhor dos Anéis são mesmo os pequenos hobbits, que, habituados a uma existência pacífica e preguiçosa, subitamente se encontram no centro de uma guerra sem precedentes pelo destino da Terra-média – e O Retorno do Rei evidencia os sacrifícios de Pippin, Merry, Frodo e Sam ao retratar a dor e o medo enfrentados pelos quatro. E é chocante perceber as mudanças drásticas vividas por Frodo e Sam, que em nada lembram os hobbits alegres e inconseqüentes vistos na festa de aniversário de Bilbo.

É triste constatar que, a partir de agora, não mais teremos direito às nossas viagens anuais à Terra-média e que deixaremos de nos assombrar com tomadas majestosas como aquela em que vimos os faróis de Gondor se acendendo. Depois de uma jornada repleta de perigos e aventuras, Peter Jackson finalmente nos devolveu ao mundo real. Mas a viagem valeu a pena. Pelo menos, todos nós poderemos dizer que, assim como Bilbo Bolseiro, estivemos lá e de volta outra vez.

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Tamanho: 675Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Gênero: Aventura
Ano de Lançamento: 2003

Senhor dos Aneis, As Duas Torres


Como já era de se esperar o filme não tem um começo, nem mesmo um final, sendo apenas o grande meio de uma história. E pasmem, o filme é muito bom!

Melhor que o primeiro filme, o diretor Peter Jackson e os atores já estão mais soltos no filme, tentando fazer mais do que estava no livro de J.R.R. Tolkien, várias cenas foram colocadas, mesmo não estando presentes no livro, e várias partes do livro foram tiradas da trama, que tem três horas de duração.

Para os fãs fiéis ao livro de Tolkien, talvez eles acharão o primeiro filme infinitamente superior, pelo fato de que ele seguia á risca o livro, ao contrário do que vemos neste.

O fato que esta inclusão de idéias e cenas novas é melhor para o filme, afinal, esta é uma adaptação do livro, e várias partes do livro podem não funcionar no filme, fazendo assim com que estas cenas novas cubram alguns defeitos da adaptação. E digamos de passagem: Peter Jackson sabe o que faz. Ele conseguiu atrair a atenção não só dos fãs, mas também de pessoas que nunca haviam lido o livro, e não decepcionou nenhuma das partes, fazendo uma adaptação fiel e muito boa, ao mesmo tempo, algo muito dificil de se encontrar em adaptações de obras primas como 'O Senhor dos Anéis'.

A história começa logo após o final do primeiro filme, nas montanhas de Emyn Muil, a Sociedade do Anel se desfez, e o filme se divide em três partes, a jornada dos hobbits Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin), que descobrem estarem sendo seguidos pelo misterioso Gollum (Andy Serkis), o contato dos Hobbits Merry (Dominic Monaghan) e Pippin (Billy Boyd) com o antigo e poderoso ser Barbárvore e a parte mais visada do filme, que é batalha de Aragorn (Viggo Mortensen), o arqueiro-elfo Legolas (Orlando Bloom) e o Anão Gimli (John-Rhys Davies) contra os exércitos do mago Saruman. Em suas viagens paralelas, a ex-Sociedade enfrentará exércitos inimagináveis.

Juntos devem enfrentar as forças poderosas que emanam das Duas Torres - a Torre Orthanc, onde o corrupto mago Saruman treinou um exército mortal composto de dez mil orcs, e a Torre de Sauron, em Barad-dûr, nas tenebrosas terras de Mordor.

A batalha em que 10 mil orcs lutam contra 300 homens deixa qualquer pessoa de queixo caido, mostrando que os efeitos especiais são perfeitos, e conseguem prender a sua atenção. O filme inteiro é o clímax da história, afinal, o filme inteiro é apenas o meio de uma história encantadora e atemporal sobre um grupo que precisa destruir um anel que pode acabar com o mundo em que eles vivem. A primeira parte nos introduzia ao mundo desses personagens, e esta segunda parte dispensa essas introduções, nos levando diretamente a história. E agora a terceira parte nos levará ao final mais esperado do cinema.

Peter Jackson conseguiu criar uma obra-prima, na qual você acredita estar em um outro mundo, de tanta perfeição que é a terra média, ele utiliza efeitos especiais revolucionários e está mais solto nesta trama, na qual você nem percebe que ficou sentado na poltrona por três horas, quando o filme termina.

Trailer do Filme

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Tamanho: 671Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Gênero: Aventura
Ano de Lançamento: 2002

Senhor dos Aneis, A Sociedade do Anel


Considerado gênio por alguns, J.R.R. Tolkien não imaginava a revolução que causaria na literatura quando publicou, na década de 30, o livro O HOBBIT, aventura infanto juvenil passada num lugar anterior à Terra como conhecemos hoje. Depois do estrondoso sucesso da obra, Tolkien (que, na verdade, era um lingüista), dedicou 12 anos de sua vida à construção detalhada do que seria a sua maior obra: O SENHOR DOS ANÉIS, épico dividido em 3 volumes e que narra fatos posteriores à O HOBBIT. O sucesso foi ainda maior. Depois de algum tempo, com o surgimento do movimento Hippie (que venerava a obra do escritor inglês), O SENHOR DOS ANÉIS se consolidou como uma das maiores obras da literatura mundial, e foi escolhido o melhor livro inglês de todos os tempos.

Portanto, uma adaptação cinematográfica era mais do que certa. Pena que a primeira tentativa de transpor a Terra-média para os cinemas foi a malfadada versão animada de Ralph Baksh (realizada em 1978), que evaporou com o espírito da obra, infantilizou personagens e gerou revolta por partes dos fãs mais exaltados.

Mas o diretor Peter Jackson, um fanático pela obra de Tolkien, não se conteve. Dedicou vários anos de sua vida à um projeto caro, arriscado e que poderia mudar a história do cinema para sempre. Depois de conseguir sinal verde da New Line (e com algumas centenas de milhões de dólares em caixa), Jackson começou a dar forma à aguardada versão live-action de O SENHOR DOS ANÉIS. Com um roteiro assinado por ele, Frances Walsh e Philippa Boyens, o diretor estava pronto para este imenso desafio, sem dúvida um dos maiores que um diretor de cinema poderia enfrentar.

Filmar os três filmes da série ao mesmo tempo era, no mínimo, ousado. Se o primeiro fracassasse os outros acompanhariam o fiasco, e assim Jackson afundaria sua carreira (junto com o estúdio). Era uma hipótese a ser considerada, mas que agora desaparece quando conferimos o resultado de "O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel", o primeiro (e maravilhoso) filme da trilogia .

Por ter mais de 400 páginas, a tarefa de adaptar A SOCIEDADE DO ANEL para as telonas não era das mais fáceis. Alguns personagens precisariam ser cortados, outros ganhariam espaço, passagens do livro deveriam ser ignoradas... É claro que os fãs mais radicais protestaram, mas a verdade é que as mudanças adotadas pelo diretor são extremamente positivas e úteis.

O roteiro de "A Sociedade do Anel" é um primor de adaptação. Além de conseguir manter a alma da obra de Tolkien intacta, o filme ainda desperta o interesse do público que desconhece os livros do inglês. Preservando as passagens mais importantes e apagando outras desnecessárias, "A Sociedade do Anel" ganha muito em fluidez da narrativa, que não apresenta furos e nunca se mostra quebrada. Assim como no livro, os personagens e a trama são apresentados ao público logo no início (o que toma mais ou menos uma hora de projeção), dando espaço para a ação e emoção nas duas horas seguintes. Algumas pessoas chegaram a reclamar de uma certa lentidão no início, mas era impossível iniciar a história sem deixar o espectador a par de tudo o que está acontecendo na Terra-média. O desenvolvimento inicial dos personagens é excelente, e contribui muito para os resultados que o filme alcança no final.

A história, mais conhecida agora, é rica em detalhes (e por isso difícil de ser resumida em poucas linhas). Sauron, O Senhor do Escuro, forjou vários anéis mágicos e os distribuiu aos povos da Terra-média. Logo em seguida, criou o Um Anel, jóia que controla todos os outros anéis e, conseqüentemente, os povos do continente. Numa batalha, o Rei humano Isildur se apodera da jóia, mas logo a perde. Ela vai parar nas mãos de uma criatura de nome Gollum, que acaba sendo corrompida pelo poder do anel e o perde, num jogo de charadas, para o hobbit (criatura parecida com humanos, mas de baixa estatura e com pés peludos) Bilbo Bolseiro (Ian Holm). No seu aniversário, Bilbo resolve desaparecer por algum tempo e deixa, aconselhado pelo mago Gandalf (Ian McKellen), o Anel para seu sobrinho, Frodo (Elijah Wood). Mas o Senhor do Escuro começa a juntar forças novamente e manda seus Cavaleiros Negros (reis-homens que foram corrompidos pelo anel) atrás do pequeno Frodo.

Assim, o hobbit (que por direito tem a posse do anel) é encarregado de levá-lo o mais depressa possível até a cidade de Valfenda, onde um conselho decidiria o futuro da jóia. Ele é acompanhado pelos hobbits Sam Gamgi (Sean Austin), Pippin (Billy Boyd) e Merry (Dominic Monagham), e no caminho encontra o misterioso Aragorn (Viggo Mortensen), amigo de Gandalf. Chegando em Valfenda, uma Sociedade é incumbida de levar o Um Anel até a Montanha da Perdição, o mesmo local onde fora forjado por Sauron. Assim,o pequeno grupo se transforma na Sociedade do Anel, que agora conta com o anão Gimli (John Rhys-Davies), o elfo Legolas (Orlando Bloom), o humano Boromir (Sean Bean) e Gandalf para cumprir a missão e salvar a Terra-média das sombras. O caminho é dos mais atribulados, pois a Sociedade precisa enfrentar os perigos naturais do continente, além dos orcs enviados por Sauron e pelo mago traidor Saruman (Christopher Lee).

As alterações, que preocupavam tanto os mais fanáticos, são mínimas (mas muito bem pensadas),. A exclusão do personagem Tom Bombadil, que no livro só cantava e dançava e não tinha grande relevância, foi a decisão mais acertada, pois isso confere agilidade à narrativa (que não poderia perder o ritmo em momento algum, já que se trata de um filme com 3 horas de duração). Além disso, a elfa Arwen (Liv Tyler) ganhou maior destaque no filme de Peter Jackson, pois este queria uma maior participação das mulheres na película. Além, é claro, de Arwen ter um romance com Aragorn, situação que tem pouco espaço neste "A Sociedade do Anel", mas deve ser mais explorada nos outros filmes. Alguns outros detalhes foram alterados, mas nenhum deles merecem ser tão analisados quanto estes já citados.

O elenco é um dos maiores pontos positivos do filme. Elijah Wood nasceu para o papel de Frodo, e deve ficar marcado como o pequeno herói de pés peludos. As cenas onde ele se sente atraído pelo Anel são o ponto alto da interpretação do jovem ator. Sean Austin é outro que está perfeito na pele do bravo e corajoso Sam Gamgi, que faz de tudo para proteger seu amigo Frodo. Dominic Monagham e Billy Boyd formam a dupla Merry & Pippin, o alívio cômico do filme. Ambos estão muito engraçados, e idênticos ao jeito descrito por Tolkien em sua obra. Ian McKellen é outro que parece ter nascido para seu papel (o mago Gandalf). O ator transmite todo o carisma do personagem (característica que também aparece nos livros) e dá um banho de interpretação nas cenas mais dramáticas.

Liv Tyler está muito bem como Arwen, e apesar de sua pequena participação, consegue o melhor papel de sua carreira. Viggo Mortensen se dá bem como Aragorn, e consegue dar o tom certo (mistério e liderança) ao personagem. Já Christopher Lee volta aos velhos tempos e assusta e causa arrepios como o mago Saruman. Ian Holm é um dos melhores em cena, e cónstroi um Bilbo divertido e falastrão, e em algumas ocasiões, sério e assustador. Merece, ao menos, uma indicação ao Oscar, assim como o excelente Sean Bean (no complicado papel de Boromir). O ator tem a interpretação mais marcante de "A Sociedade do Anel", e vai arrancar lágrimas de alguns nas cenas finais. E, surpreendentemente, a única que parece deslocada em cena é a talentosa Cate Blanchett. Sua personagem (a rainha-elfa Galadriel) está mais assustadora e sombria do que o necessário. Culpa da atriz (que exagerou em uma cena-chave) e do roteiro (que não trabalhou muito bem a complexidade da personagem). Mas, convenhamos, um erro ínfimo num filme tão gigantesco.

A direção de arte de "A Sociedade do Anel" é outro dos pontos altos do filme. O Condado (lugar onde vivem os hobbits) é extremamente fiel à descrição de Tolkien. Está tudo lá: as portas e paredes arredondadas, as colinas, as flores, os campos... A torre de Orthanc (moradia de Saruman) é gigantesca e impressionante, com um interior gótico e sombrio. Valfenda é o melhor momento da direção de arte do filme. Desde a beleza das paisagens (com direito a várias cachoeiras) até os mais pequenos detalhes, a cidade onde acontece o conselho de Elrond é deslumbrante, de visual único. As minas de Moria (minas construídas por anões e encravadas dentro de uma cadeia de montanhas) são mostradas em toda a sua grandeza.Sustentadas por milhares de pilares, e interligadas por gigantescas pontes, as minas concentram a maior parte dos momentos eletrizantes do filme. Isso sem falar na espetacular e bela floresta de Lothlórien, onde vive a rainha Galadriel.

Os efeitos especiais da WETA (te cuida, ILM !) são espetaculares, mas usados com moderação e inteligência, nunca tentando tomar o lugar da história. Os cenários digitais são impossíveis de serem diferenciados de cenários verdadeiros, e os personagens criados em CGI são muito realistas. Destaque para Gollum (te cuida, Jar Jar Binks !) e para o temível Balrog (que é muito maior e perigoso do que você pode imaginar). A fotografia de Andrew Lesnie também é das melhores. Dá ao filme um tom sofisticado e elegante, e consegue driblar facilmente os diversos momentos passados no escuro. E a trilha sonora de Howard Shore, apesar de não conter nenhuma música "assobiável" (como o tema de Star Wars ou de Indiana Jones), é esplêndida, e cresce muito na segunda metade do filme. Em matéria de apuro visual (e auditivo), o filme de Peter Jackson é um espetáculo.

Mas, e a emoção, a aventura, o drama ? Eles têm lugar em num filme tão gigantesco como "A Sociedade do Anel" ? É óbvio que sim. O livro de J.R.R. Tolkien já era maravilhoso na medida em que proporcionava uma aventura inesquecível e cheia de detalhes ao leitor. O filme de Peter Jackson segue na mesma linha. Nunca se viu tamanha quantidade de cenas emocionantes num mesmo filme. As cenas mais estonteantes se passam dentro de Moria. A queda de Gandalf, junto com o Balrog (que, aliás, está muto assustador) e a fuga da Sociedade na escadaria em ruínas já estão, de cara, entre as melhores do ano.

Sem contar com a cena do maravilhoso duelo entre Gandalf e Saruman, a cena dos Cavaleiros Negros perseguindo a Sociedade na estrada (um momento de extremo silêncio e tensão, onde não se ouvia um suspiro dentro do cinema) e o avassalador final, digno de lágrimas e aplausos. Tudo ajudado pela vertiginosa movimentação de câmera do diretor, que joga o público no meio das batalhas e dá rasantes de tirar o fôlego.

Ainda merece um grande destaque o prólogo, narrado por Galadriel de forma explicativa e mística. Essa parte foi adicionada ao filme para que todos (leitores ou não de Tolkien), pudessem compreender perfeitamente a história. E é o que acontece. É necessário dizer que o filme não tem um final definido, pois a história continua em "As Duas Torres" e só termina mesmo em "O Retorno do Rei". Por causa disso, vá preparado para sentir uma inevitável (e deliciosa) ansiedade pelo próximo capítulo quando os letreiros deste filme começarem a subir.

O diretor Peter Jackson, então, cumpre sua missão de maneira soberba e apaixonada, e ainda consegue imprimir em "A Sociedade do Anel" belas e sinceras lições de esperança, amizade (um personagem defende a vida do outro com paixão e coragem - o maior exemplo disso é Sam, defensor de Frodo) e vida (como aquela que Gandalf ensina à Frodo, logo após os dois adentrarem o portão de Moria), que também estavam presentes na obra de Tolkien. O diretor mantém viva a magia da Terra-média, e transforma esta primeira parte da saga numa das primeiras obras-primas cinematográficas do começo do século XXI.

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Tamanho: 750Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Gênero: Aventura
Ano de Lançamento: 2001

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Os Jovens Pistoleiros


1878, Novo México. John Tunstall recolhe jovens pistoleiros das ruas e os leva para trabalhar em seu rancho, além de ensiná-los a ler e educá-los. No entanto ele é um empecilho para um rico rancheiro, Lawrence G. Murphy, pois ambos competem pela venda de carne. Um dia Tunstall é morto pelos capangas de Murphy e o juiz Wilson não pode fazer nada, pois o xerife Brady é um dos capangas de Murphy. O advogado Alex McSween persuade o juiz para nomear William Bonney, Josiah Gordon Scurlock, Richard Brewer, Chavez y Chavez, Steve Stephens e Charles Bowdre, que trabalhavam para John, como delegados com poderes para prender assassinos.

Temos então o grupo formado por Josiah Gordon “Doc” Scurlock (Kiefer Sutherland – O Jack Bauer de 24hs), Richard “Dick” Brewer (Charlie Sheen – O Charlie de Dois Homens e Meio), “Jose” Chavez y Chavez (Lou Diamond Phillips), Dirty Steve Stephens (Dermot Mulroney), Charles Bowdre (Casey Siemaszko) e William H. Bonney (Emilio Estevez) o até então desconhecido Billy the Kid.

O filme não chega nem perto em ser um dos melhores faraoeste de todos os tempos, mas chega a ser um bom filme. Lembra bastante o classico "Sete homens e um destino". Esse filme é bom para as pessoas que estão afim de curtir um western mas não gostam muito do ritmo dos western antigos.

Para aqueles que não estão muito familiarizados com o gênero Faroeste, é uma boa iniciação já que o filme é leve e mais voltado para jovens. Bom trabalho do diretor Christopher Cain que viria um dia a dirigir o ridículo Karate Kid 4 – A Nova Aventura.

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Título Original: Young Guns
Gênero: Faroeste
Tempo de Duração: 107 min
Ano de Lançamento: 1988
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 348 mb

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Cruzada(Kingdom of Heaven)


Baseado em personagens e histórias verdadeiras, Cruzada, novo longa de Ridley Scott, deixa a marca da espada européia na lista dos épicos cinematográficos. Mostrando as viagens que os europeus fizeram no século 12 e suas lutas em nome da religião, o longa ainda consegue fazer com que o espectador seja capaz de traçar paralelos com o momento atual da História mundial. Porque, sim, os acontecimentos históricos são cíclicos.

O protagonista desta história movida pela fé e pelo poder (como quase todos os épicos) é Balian (Orlando Bloom). Quando seu filho morre, a mulher comete suicídio. Tendo sua família roubada pela morte, o ferreiro não titubeia ao aceitar a proposta de um homem que chega em sua casa dizendo que é seu pai. E mais: quer que Balian o acompanhe para Jerusalém, também conhecida como a Terra Santa. O cavaleiro, no caso, é Godfrey de Ibelin (Liam Neeson). Ele conta ao ferreiro que, nessa terra, todos os pecados do homem são expurgados. E é para lá que Balian segue seu caminho em busca da salvação, não somente de sua alma, mas da esposa também.

Quando Godfrey morre em decorrência de um ferimento, Balian assume suas terras, perto de Jerusalém. Ganha respeito não somente dos moradores locais, mas também do Rei Balduíno (Edward Northon), que está morrendo de lepra. Quando estoura a guerra contra os sarracenos, liderados por Saladino (Ghassan Massoud), Balian, que se tornou cavaleiro tão habilidoso quanto o pai, faz de tudo para proteger seu povo. Enquanto isso, envolve-se com a irmã de Balduíno, a bela Sibylla (Eva Green).

Cruzada é muito bem produzido. O excesso de personagens (esses épicos sempre me deixam confusa por conta da quantidade de nomes) não atrapalha a condução da história, sempre pontuada por questões religiosas – afinal, o que foram as cruzadas além de uma grande odisséia em nome da religião? – e, claro, por cavaleiros habilidosos na espada e cheios de honra. A fotografia é magnífica, assim como a direção de arte. As cenas das batalhas são diretas, violentas, do jeito que qualquer luta deve ser. Mas isso já sabemos que Ridley Scott sabe fazer – é só lembrar de seu último épico, Gladiador (2000), excelente referência em se tratando de filmes desse gênero.

Onde Cruzada peca, afinal? Na escolha do protagonista. Orlando Bloom não tem a força e o carisma suficientes para sustentar este papel – ao contrário de Russell Crowe, protagonista de Gladiador. O belo rosto de Bloom pode ficar muito bem nos closes, mas sua presença é apagada pelos coadjuvantes. Liam Neeson e a novata Eva Green, por exemplo, se destacam muito mais, não por que a trama pede que seus personagens mereçam mais atenção, mas por, simplesmente, trabalharem melhor do que Bloom. No final das contas, fica-se sem entender por que esse ferreiro cheio de traumas conquista tantas coisas ao longo do filme.

O que não faz com que Cruzada seja um filme ruim, muito pelo contrário. É belo, grandioso, acertando em cheio o coração de quem gosta de um épico bem-feito. Mas não espere muito de Orlando Bloom. Apesar de estar no elenco de alguns dos épicos marcantes na safra atual do cinema norte-americano (O Senhor dos Anéis e Tróia), o ator não está preparado para assumir o papel principal de um filme desse porte.

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Título Original: Kingdom of Heaven
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 145 min
Ano de Lançamento: 2005
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 609 mb

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Excalibur


O mago Merlin (Nicol Williamson) dá ao rei Uther Pendragon (Gabriel Byrne) a mística Excalibur, a espada do poder. Durante uma emboscada Uther é ferido mortalmente e, pouco antes de morrer, enterra a espada em uma pedra. Fica então decidido que o cavaleiro que puder retirá-la da pedra será o novo rei, mas ninguém consegue. Anos depois o país estava divido em guerra entre os senhores feudais e Arthur (Nigel Terry), um jovem escudeiro, retira facilmente a espada da pedra. Alguns nobres juram fidelidade ao novo rei e Merlin relata que Arthur é um filho bastardo de Uther, mas alguns nobres não aceitam sua autoridade. No entanto o tempo faz todos se curvarem ao sábio rei, mas o tempo vai mostrar que o fator de desagregação do reino está na atração que Lancelot (Nicholas Clay), o campeão do rei, sente por Guinevere (Cherie Lunghi), a rainha. E, somando-se a isto, Morgana (Helen Mirren), a meia-irmã de Arthur, decide que Mordred (Robert Addie), o filho que ela teve com Arthur, deve ocupar o trono.

Em suas origens, a lenda do rei Artur expressava os anseios de segurança e justiça do povo da Bretanha (Inglaterra), nos dias sombrios de transição do domínio romano para o anglo-saxão. Porém, ao longo do tempo, ela foi sendo enriquecida com vários outros componentes (o romance entre Lancelot e Guinevere é um exemplo de adição posterior), até se tornar um modelo (idealizado) da sociedade aristocrática medieval.

Concebida como uma produção ambiciosa, "Excalibur" resultou, nas mãos competentes do diretor John Boorman, em uma película de excelente qualidade estética (uma "maravilha. visual", como escreveram alguns críticos ), que a Academia de Hollywood reconheceu, premiando Alex Thomson com o "Oscar" de fotografia.

Realizado na Irlanda, o filme transpira uma atmosfera mística, poética e sensual, além da violência áspera, notadamente em suas cenas iniciais. Apenas a busca do Graal parece sobrar, não se integrando ao conjunto do trabalho, o que trai o anseio do diretor em tentar abarcar os múltiplos desdobramentos da lenda de Artur.

É um ótimo filme se olhar na sinopse dele,vai ver que diz ser a melhor versão isto 1981 e estavam certos, continua até hoje sendo a melhor versão dos contos do Rei Arthur. É bem contada a história os efeitos especias são bons e a paisagem é ótima. Não como outras versões que saem até hoje horriveis, sem fundamento, saindo totalmente fora do acontecido como( Lancelot o 1ºcavaleiro e Brumas de Avalon e outros . A unica coisa q estes filmes colocam em ênfase é quando Arthur é traido

Apesar de ser um filme muito longo, relata muito bem a historia vivida pelo rei Arthur e os avaleiros da Távola Redonda, o mesmo puxa muito para o lado do heroismo do Rei, rico em detalhes , e espero que todos assistam esse filme porque e o melhor que relata a respeito do rei Arthur e os Cavaleiros da Tavola Redonda.

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Título Original: Excalibur
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 142 min
Ano de Lançamento: 1981
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 473 mb

sábado, 30 de maio de 2009

A Era da Escuridão, The Mutant Chronicles


A história é baseada em um famoso jogo de RPG, onde os jogadores assumem os papéis dos personagens do jogo. Constantine (John Malkovich) é o líder de uma das quatro empresas que lideram os continentes no mundo e que lutam contra a devastação total do planeta. No meio dessa guerra entre corporações surge um exército de “NecroMutantes” e apenas uma profecia pode vencer essa nação de assassinos surgidos do fundo da Terra. Apostando alto, Constantine coloca nas mãos de um grupo de 7 guerreiros guiados por Samuel (Ron Perlman), um religioso que acredita poder seguir as palavras e enfim, salvar o mundo. O Major Mitch Hunter, um marine que lidera os humanos na sua luta contra os mutantes será seu principal aliado e buscará com os demais guerreiros, a salvação do mundo que parece totalmente perdido.

Pra que alguém se interesse, o expectador primeiro tem que engolir uma introdução bem picareta: numa realidade alternativa, na era medieval, uma nave com uma máquina de transformar humanos em mutantes caiu na terra. Os cavaleiros da época, sem nenhuma tecnologia conseguiram deter a ameaça. Já num futuro distante, essa máquina volta a funcionar e, com todos os recursos tecnológicos possíveis, ninguém consegue detê-la. Após uma evacuação em massa da Terra, um grupo de soldados liderados pelo personagem de Thomas Jane (”O Nevoeiro“) – aqui um canastrão - precisa dar fim à ameaça.

Quiseram fazer um misto de live-action com uma estilização tal qual em “Sin City“. Não funcionou muito, já que algumas vezes é difícil para o público entender direito o que está acontecendo na tela. Sangue muito vivo jorra pelas câmeras num efeito que nem todos vão gostar. Cheio de clichês e frases feitas, pelo menos o último ato consegue empolgar. É um filme B disfarçado de superprodução. Mas pra quem gosta do genero fantasioso vai acabar curtindo esse filme, é divertido ate, eu gostei.

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Nome Original: The Mutant Chronicles
Lançamento: 2008
Gênero: Ação
Formato: RMVB
Duração: 111 minutos
Tamanho: 348 Mb
Áudio: Ingles
Legendada: Portugues
Qualidade: DVD

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Jurassic Park 3


Mesmo com muitas pessoas achando que o terceiro filme da série “Jurassic Park” seria uma tremenda bomba, muita gente foi conferir e gostou. Este, que é o mais caro dos três, é bem melhor que o anterior “Jurassic Park - O Mundo Perdido”, mas realmente nem chega perto do primeiro, que foi um marco na história do cinema. Diferente dos anteriores, “Jurassic Park 3” não conta com a direção de Steven Spielberg (que é apenas o produtor executivo), não é baseado em nenhum livro específico de Michael Crichton e não foi roteirizado por David Koepp. No elenco, somente dois personagens do primeiro filme: o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern), que faz apenas uma pequena participação.

Ao contrário do matemático Malcolm, que em nenhum dos dois filmes anteriores consegue uma identificação com o público (o que até atrapalhou a imagem do ator), o grande herói desse terceiro filme é o personagem Alan Grant, que tem uma semelhança muito interessante com ''Indiana Jones'', outro sucesso de Steven Spielberg.

Em “Jurassic Park 3” Grant, totalmente obcecado pelos Velociraptors, realiza escavações e busca explicações para o desenvolvido sistema de comunicação destes dinossauros. Afirma, inclusive, que eles falavam uns com os outros e organizavam decisões em bandos, sendo mais desenvolvidos e inteligentes que o próprio homem. Não fosse um asteróide devastador, dominariam o planeta hoje. Mas nada está bem na vida do Dr. Grant. Separado de Ellie, que mora com o marido e os filhos, e sem dinheiro para prorrogar seus estudos, ele se vê obrigado a aceitar o convite de um casal de milionários (interpretados por William H. Macy, de ''Fargo Uma Comédia de Erros'' e Téa Leoni, de ''Impacto Profundo''), que dizem gostar de aventuras. Querem pagar milhões para o Dr. Grant ser um guia em um vôo rasante sobre a ilha Sorna (a ilha apresentada em ''Mundo Perdido''). Acompanhado de Billy (Alessandro Nivola, de ''A Outra Face''), seu assistente, Grant parte com o casal e outros três acompanhantes para a ilha. Mas para estragar tudo, quando o grupo aterrissa no local, uma verdade é revelada: o filho do casal, na verdade separados há um ano, está perdido na ilha há 8 semanas. Consideram Grant o grande salvador da pátria, mas desconhecem um detalhe: o doutor nunca havia pisado na ilha antes. Para piorar, nem mesmo milionários eles são. E agora eles devem descobrir uma saída da ilha ao mesmo tempo em que buscam pelo menino.

Vale a pena conferir o filme que, apesar de algumas cenas bastantes “sacadas”, irá diverti-lo muito. Agora basta apenas saber se este é o último da série, ou se será produzido um novo. Só espero que este grande número de seqüências não venha futuramente a vulgarizar um grande filme como este.

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Nome Original: Jurassic Park 3
Lançamento: 2001
Gênero: Aventura
Formato: RMVB
Duração: 92 minutos
Tamanho: 311 Mb
Áudio: Ingles
Legendada: Portugues
Qualidade: DVD

O Mundo Perdido - Jurrassic Park


Quatro anos após o fechamento do empreendimento da Ilha de Nublar, o Jurassic Park, um inigualável parque onde vários tipos de dinossauros deveriam conviver de forma pacífica, o magnata John Hammond, responsável pelo projeto, descobre que no "sítio B", local onde os dinossauros foram criados, ainda restava algumas espécies vivas.

Resolve, então, enviar uma equipe para verificar as condições para montar um novo parque, sem cometer os erros antigos e, para isso, convoca um dos seus antigos cientistas, Dr. Ian Malcolm, que condenou o parque. Mas, como sabia que ele recusaria sua oferta, envia antes sua namorada, a Dra. Sarah Harding, também pesquisadora, que estava empolgada pela idéia de poder de provar sua teoria sobre alguns dinossauros.

O cientista, sem opção, resolve salvar sua namorada e segue para a ilha, mas coincidentemente um outro grupo comandado pelo sobrinho do magnata chega à região, com o intuito de capturar os animais. No entanto, nada sai como o planejado e os dois grupos perdem seus equipamentos de comunicação, e a situação fica realmente crítica quando os animais começam a reagir contra a presença humana. Assim, o terror logo se espalha e ambos os grupos passam a lutar por suas vidas.

Jurassic Park 2 foi reconsiderado o pior filme da série. Mas eu digo que não! Não é um filme que vc se apaixona desde a primeira vez que o vê. É um filme que vc ama quando começa a analisar os detalhes, ver seu conteúdo, e principalmente, contemplar e sentir sua ação de tirar o folego. Jeff Goldblun faz seu papel simpático novamente de Ian Malcom, `o caótico matematico`, na qual diverte durante o filme quando está de mal humor, e quando está bem. É a personalidade mais criativa da série Jurassic Park, junto com Alan Grant.

Neste filme, assim como no anterior, ele é responsavel por algumas cenas engraçadas, algumas falas como: Sarah: `Eu volto em cinco ou seis dias..` Ian: `Não... Vc você volta em cinco ou seis pedaços...` Ou então a cena em que ele conversa com Jonh Hammond: Jonh: `Não cometerei os mesmos erros novamente!` ( rindo). Ian: ` Não... Apenas cometerá novos erros desta vez.` A filha adotada de Malcom ( Kellie ), também é um personagem, digamos... Interessante. Ela atua bem, e tenho certeza que ela foi importante para o filme, já que a maneira com que ela vai para a ilha e acaba brigando com o pai resultam em vários minutos interessantes do filme. Nick Van Owen é quase um figurante neste filme, mas é muito importante e ainda por cima é uma personalidade aventureira. Demonstra personalidade e vemos que o filme é eletrizante quando: Na cena da cachoeira, O T-Rex entra com toda sua cabeça para dentro e Nick chinga: ` O filho da p. Não pode nos alcançar!`

Jurassic Park decepciona somente se nós nos lembrarmos de Jurassic Park 1. Toda aquela magia dos dinossauros e aquela história legal e impressionante se foi. Mas tudo bem, é a prova de que Jurassic Park 2 - O mundo Perdido não é tão ruim assim quanto algumas pessoas falam. Destaque para as mortes ( muito mais violentas, podendo ser comparado QUASE a um filme daqueles de terror...) E destaque para a cena que Sarah Harding cai no vidro, enquanto o trailer está prestes a afundar pelo precipicio. Muito massa... Para min, o único erro de Jurassic Park 2, é quando o T-Rex chega a cidade. Isso foi o cumulo do ridiculo. Se achou o Godzilla agora! O filme seria bem melhor se toda a história se passasse na ilha e acabasse ali mesmo, apenas com mais alguma ceninha de ação. Mas tudo bem.

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Nome Original: The Lost World: Jurassic Park
Lançamento: 1997
Gênero: Aventura
Formato: RMVB
Duração: 128 minutos
Tamanho: 421 Mb
Áudio: Ingles
Legendada: Portugues
Qualidade: DVD

Jurassic Park


Em 1975 o jovem diretor Steven Spielberg atribuiu um novo significado à palavra ‘blockbuster’ ao filmar o drama de uma cidadezinha costeira alarmada pelos ataques de um tubarão. Em 1993, o público, os protagonistas e os lucros viriam a ser ainda maiores. O filme? Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros.

Nas palavras do próprio Spielberg: “Depois de ‘mamãe’, ‘papai’, ’sim’ e ‘não’ a quinta palavra que uma criança normalmente aprende é ‘estegossauro’.”

Aproveitando-se do natural fascínio humano (e especialmente infantil) por dinossauros e do enorme sucesso do romance homônimo do escritor americano Michael Crichton, Spilberg e os executivos da Universal lançaram-se na empreitada de produzir algo inédito no que se referia ao realismo proporcionado por técnicas de computação gráfica. O resultado foi bem além e Jurassic Park venceu três Oscars e permaneceu 5 anos no topo das maiores bilheterias da história do cinema.

Na história, um excêntrico milionário (Richard Attenborough), investe sua fortuna num empreendimento despendioso e sem precedentes: num paradisíaco arquipélago costa-riquenho, John Hammond constrói uma reserva biológica habitada por nada menos que dinossauros recriados geneticamente. Como? Do sangue retirado do estômago de mosquitos pré-históricos preservados em âmbar, algo plausível para a ciência moderna. Entretanto, para a inauguração do parque, Hammond precisa do aval de três especialistas e é aí que entra nossa trupe de adoráveis sofredores: Sam Neil, como o paleontólogo Alan Grant, a bela Laura Dern, como a paleobotânica Ellie Satler e Jeff Goldblum, na pele do matemático pessimista Ian Malcoln. E em tratando-se de Spielberg, não poderiam faltar elas: crianças. Em Jurassic Park elas são Lex e Timmy, netos de Hammond. A visita inaugural, é claro, não sai como o esperado: um funcionário mal intencionado desliga o sistema de segurança do parque para roubar embriões e aí… Aí somos brindados com memoráveis cenas como a do ataque do T-Rex ao Ford Explorer ou a da dupla de insaciáveis raptors na cozinha.

Das locações belíssimas na ilha de Kauai, no Havaí, aos veículos de passeio, tudo remonta à pré-história em Jurassic Park, resultado obtido após longas reuniões de pré-produção.

Spielberg sabe como ninguém manipular emoções e, no ritmo eletrizante de Jurassic Park, elas oscilam do deslumbramento a agonia em segundos. Os personagens humanos, tidos como coadjvantes, atuam com competência dentro das limitações dos papéis, garantindo o quê de humor inerente aos filmes de aventura. David Koepp, o roteirista, conseguiu extrair das mais de 400 páginas de Crichton, uma obra bastante técnica convenhamos, um texto correto, injetando algum carisma nas personagens e sagacidade nos diálogos. Jeff Goldblum que o diga.

A trilha sonora, uma das mais inspiradas composições do mestre John Williams, contribui para imortalizar cenas como a da chegada do helicóptero a ilha ou do primeiro encontro do Dr. Grant com um dino.

Pode-se dizer que Jurassic Park encerra com brilhantismo a fase de (boas) superproduções de Spielberg, iniciada com Tubarão. No mesmo ano, A Lista de Schindler viria a assinalar o ‘amadurecimento’ do diretor.

Saudades de uma época em que blockbusters ainda tinham potencial de clássicos.

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Nome Original: Jurassic Park
Lançamento: 1993
Gênero: Aventura
Formato: RMVB
Duração: 101 minutos
Tamanho: 418 Mb
Áudio: Ingles
Legendado: Portugues
Qualidade: DVD

quinta-feira, 14 de maio de 2009

007 Contra Octopussy


O tom mais realista do filme anterior parece não ter agradado tanto os fãs. Voltam os vilões misteriosos e excêntricos, personificados na figura de Octopussy (Maud Adams), uma contrabandista que utiliza um exótico circo como fachada de suas operações ilegais, que envolvem um brilhante roubado, um milionário indiano e um general russo interessado na Terceira Guerra Mundial. Graças à justificativa do picadeiro, um elenco de capangas bizarros aparece para eliminar o agente, desde um brutamontes de esmigalha dados, passando por gêmeos atiradores de facas, até um homem com seu letal iô-iô.

Como curiosidades, 007 contra Octopussy marca a primeira participação de Q como um ativo agente durante uma missão. Traz, também, Robert Brown como M, papel que exercerá até 1989. Na era de Pierce Brosnan, Judi Dench assume a chefia do Serviço Secreto.

Filme de grande sucesso da série, que fecha a sequência dos clássicos de Moore. Maud Adams teve aqui o grande momento de sua carreira (a única atriz a participar de 2 filmes da franquia). A história é interessante e divertida. Produção impecável. Elenco de qualidade. Boa atuação de Moore, que mesmo já passando dos 50 anos foi aclamado a fazer outro filme de Bond. A música tema não leva o nome do filme, mas muito bem escolhida. Prólogo e abertura muito bons também. Octopussy é diversão garantida e não tem cenas de violência ou nudez típicas de outros filmes. Sequências de ação memoráveis. Vale a pena ter em casa.

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Título Original: Octopussy
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 131 min
Ano de Lançamento: 1983
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 424 mb

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Lenda de Beowulf


O diretor Robert Zemeckis volta a trabalhar com uma animação digital depois do infantil O Expresso Polar (2003) em A Lenda de Beowulf. Pela experiência anterior, o cineasta descobriu e pesquisou técnicas necessárias para dar vida em animação 3D a uma história fantasiosa. Usando atores reais, transformados em animação digital, o longa é baseado num poema inglês de autoria anônima que conta uma batalha aparentemente real ocorrida na Dinamarca no século 6 d.C..

O Beowulf que dá nome ao filme é interpretado por Ray Winstone (Os Infiltrados). Herói nórdico que chega às terras do Rei Hrothgar (Anthony Hopkins), monarca de Heorot, na Dinamarca. Com fama de matador dos mais terríveis monstros, Beowulf navega até o povoado ao ouvir falar do feroz demônio Grendel (Crispin Glover). No entanto, ao livrar Heorot do monstro, o guerreiro atrai para si mesmo a ira da mãe da criatura (Angelina Jolie), que o seduz e perpetua maldições dentro da monarquia do local.

O filme é repleto de otimas cenas de ação, como o primeiro ataque que o filme mostra de Grendel, no qual ele invade o salão de festividades de Hrothgar. E, de fato, a escolha da tecnologia de animação para que o filme obtivesse os resultados que mostra nas telas é essencial.

A Lenda de Beowulf esbanja grandiosidade, como pede qualquer épico deste porte, e algumas cenas de ação ganham vitalidade única graças à animação. A importância da história na literatura mundial é incontestável, tendo servido como inspiração para autores como J.R.R. Tolkien, criador de O Senhor dos Anéis.

Trailer do Filme

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Download do Filme - parte 2

Título Original: Beowulf
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 113 min
Ano de Lançamento: 2007
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 526 mb

10.000 A.C.


Assim como Michael Bay ('A Rocha', 'Transformers', 'Armageddon'), Roland Emmerich ('O Dia Depois de Amanhã', 'Independence Day') é a personificação do cinema "Blockbuster Hollywoodiano". Existem pessoas que odeiam aqueles filmes cheios de ação exorbitantes e roteiro totalmente sem aprofundamento, e também tem seus seguidores, que se deliciam com as centenas de balas, granadas, explosões e ataques (alienígenas, terroristas ou da própria natureza).

Se você é um dos fãs do gênero, '10.000 a.C.' é uma jornada incrível por um mundo perfeito (criado de maneira espetácular por efeitos especiais), cheio de animais perigosamente gigantescos, paisagens exóticas e heróis bastante modernos. Mas quanto ao roteiro... não precisa comentar muito: um filme que se passa há mais de 12.000 anos atrás, mas com personagens bastante modernos (parece que eles fizeram dreadlocks e saíram do mundo atual neste momento) e história de amor aparentemente tirada de qualquer romance meloso hollywoodiano.

Em uma tribo remota, o jovem caçador de mamutes D'Leh encontrou o seu amor: a linda Evolet. Mas um bando de misteriosos guerreiros seqüestra Evolet, e D'Leh então se vê forçado a liderar um pequeno grupo de caçadores, iniciando uma perseguição aos guerreiros até o fim do mundo para salvá-la.

Movidos pelo destino, o improvável grupo de guerreiros irá combater predadores pré-históricos e enfrentar terríveis adversidades. Ao final de sua heróica jornada, eles acabarão por descobrir uma civilização perdida. Seu destino final estará nas mãos de um império inimaginável, onde grandes pirâmides alcançam o céu. Ali eles irão desafiar um deus tirânico que escravizou brutalmente seu povo. E será aí que D'Leh finalmente compreenderá que foi escolhido para salvar não apenas Evolet, e sim toda a civilização.

Animais gigantescos, ação de cair o queixo e tomadas heróicas em slow-motion: está tudo lá, para você se divertir! Como dissemos no início desta crítica: se você é fã do gênero, vai sair do cinema deslumbrado.

Trailer do Filme

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Título Original: 10,000 B.C.
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 109 min
Ano de Lançamento: 2008
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 515 Mb