Mostrando postagens com marcador comédia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comédia. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de agosto de 2009

Agente 86(Get Smart)


Maxwell Smart está de volta! O atrapalhado, mais heróico detetive que conseguia colocar todo o andamento de uma missão em perigo, mas que no final concertava tudo, a sua maneira, chega às telas do cinema com Steve Carell na pele do agente.

A semelhança física do ator com o protagonista do seriado, Don Adams é surpreendente, assim como, a facilidade com que nos faz rir sem esboçar nenhum reação. Sua presença em muitas cenas já é o suficiente para gerar gostosas risadas. E Carell (O Virgem de 40 anos e A Feiticeira - O Filme) acertou quando optou por não imitar Adams, mas de dar uma ‘nova roupagem’ ao personagem, atualizando-o para os dias de hoje.

Para aqueles que assistiram a série na década de 60, reprisada pela TV Bandeirantes nos anos 70/80, a identificação com os personagens será imediata. Mesmo transpondo a trama para o ano 2000, o diretor Peter Segal (Como Se Fosse a Primeira Vez e Tratamento de Choque) conservou muitas das idéias da série. O clássico Sapato-Fone; o engraçado e nada eficiente Cone do Silêncio, sempre utilizado quando Max e o Chefe conversavam algo secreto; as Mãos Falsas, úteis quando Max era algemado, entre outras parafernálias, estão lá. Ao lado deles, os colegas da Agência.

A parceira 99, talvez a única agente da Control a compreender as idéias de Max é bem retratada pela atriz Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada e O Segredo de Brokeback Mountain), assim como o paternal e paciente Chefe, agora vivido pelo ator Alan Arkin. Fazendo uma pequena pontinha, Bill Murray aparece como o Agente 13, aquele que sempre surgia nos locais mais improváveis. Mas há ainda Dwayne ‘The Rock’ Johnson vivendo o misterioso Agente 23 e a dupla de gênios Bruce (Masi Oka) e Lloyd (Nate Torrence).

Mas os vilões também estão lá. Terence Stamp na pele de Siegfried, o arrogante e temido inimigo da KAOS e seu braço direito, Shtarker, interpretado pelo ótimo Ken Davitian, completam o time. Aliás, prepare-se para se divertir com as observações de Davitian a respeito da conduta de seu chefe. Hilárias.

Com ótimas piadas, um roteiro enxuto e várias sequências de ação, Agente 86 conta a história de como Maxwell Smart tornou-se um agente. Para os novatos que nunca assistiram ao seriado, o roteiro explica os motivos que levaram a Control a promover seu analista de sistema a um agente secreto.

Em Agente 86 (Get Smart, EUA/2008 – Comédia, 110min. – Warner Bros.) a Control se vê diante de uma perigosa armadilha arquitetada pela sua inimiga KAOS. Com todas as identidades de seus agentes reveladas, com exceção de 99, Max ganha uma oportunidade. Ao lado da experiente parceira, que não se sente nem um pouquinho segura ao seu lado, eles precisam impedir que a arquiinimiga KAOS destrua o mundo com sua poderosa arma nuclear.

Trailer do Filme


Download do Filme - parte 1
Download do Filme - parte 2

Título Original: Get Smart
Gênero: Comedia
Tempo de Duração: 110 min
Ano de Lançamento: 2008
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 390 mb

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Um Morto Muito Louco(Weekend at Bernie´s)


Parte integrante daquela minha famosa lista de clássicos dos anos 80 não reconhecidos, Um Morto Muito Louco é um filme que parte de um absurdo, é lotado de humor negro absurdo e tem uma conclusão ainda mais absurda – e, justamente por isso, é tão bom! É um perfeito exemplo de filme que as pessoas assistem mais de vinte vezes e passam a menosprezá-lo por isso, mas se ele não é tão bom quanto dizem, por que assistir tantas vezes? É simples: porque ele contagia, diverte e tem um humor afinadíssimo, e por passar tantas vezes na televisão, acabou ficando um pouco desgastado.

Pense no absurdo: dois jovens funcionários de uma corretora de seguros, Larry Wilson (Andrew McCarthy) e Richard Parker (Jonathan Silverman), procurando subir na carreira, decidem passar um final de semana trabalhando e descobrem uma fraude milionária na empresa. Certos de serem recompensados pela descoberta, levam a informação até o seu chefe (Bernie Lomax, interpretado por Terry Kiser), sem saber que este é o responsável por tal irregularidade. Os jovens são convidados então para passar um fim de semana em sua casa, onde seriam mortos, mas, por causa de problemas com a máfia, é o próprio Bernie que acaba morrendo. Decididos a não perder a oportunidade com aborrecimentos policiais, os dois acabam curtindo o local enquanto tentam fazer com que todos não notem que Bernie está morto.

A partir desta longa e absurda (sim, é importante frisar isso) sinopse, o diretor Ted Kotcheff destrincha o roteiro de Robert Klane da maneira mais simples, clara e divertida possível. O número de situações hilariantemente inverossímeis criadas a partir dessa premissa é fantástico, uma vez que diversos complicados momentos são criados para divertir o público na medida certa. É o tipo de comédia inteligente, que foge totalmente dos clichês (piadas de tombos e sexo), onde o que importa é o roteiro, aproveitar o material que lhe foi concedido no início da projeção. Citar exemplos fica praticamente impossível, uma vez que posso estragar a surpresa daqueles que ainda não viram o longa, mas a capacidade das pessoas em não perceber que o homem está morto é incrível, isso indo desde uma festa em sua casa até a hilariante cena em seu quarto, quando a mulher achava que ele a estava traindo (gerando também um dos diálogos mais engraçados do longa).

O curioso é que o filme é tecnicamente impressionante, uma vez que o trabalho de arte e alguns planos são minuciosamente trabalhados para tudo ficar na mais perfeita sintonia. Quanto à arte, posso citar como exemplo a casa onde grande parte do filme acontece: construída em um parque ambiental nos EUA sob autorização do governo, teve-se de ter o cuidado de desmontá-la ao final da produção para que a paisagem natural não fosse prejudicada pelo filme. Tudo é lindo e muito bem fotografado, com o luxo desfrutado pelos personagens saltando à vista graças ao competente trabalho de ambientação feito pela arte. Quanto aos planos, cito o momento em que Richard Parker está com sua namorada na praia e Bernie aparece ao fundo, atrapalhando o momento, ou então quando este mesmo é jogado da varanda por Larry e o menino o enterra (muitos, muitos e muitos risos).

O trabalho dos atores é impressionante. Andrew McCarthy e Jonathan Silverman quase que refletem aquilo que o público pensa: “Meu Deus, será que eles não percebem que ele está morto?”. Suas piadas são mais divertidas por suas reações a tudo o que acontece do que por sua formação propriamente dita. Mas o destaque no elenco fica mesmo para Terry Kiser, que faz o papel do morto Bernie Lomax. O homem dá um show e se dispõe a tudo: desde ser arrastado por escadas (fraturou várias costelas nesses tombos) até agüentar um aspirador de pó passando pelo seu rosto. Se em alguns raríssimos momentos percebemos uma ação de Terry, o fato de ele ficar completamente a mercê de tudo o que acontece é fantástico, pois o cara parece realmente estar morto e que não está fazendo tudo aquilo no filme (parece um boneco real muitas vezes, porque ele se dispõe, acreditem em mim, a muitas coisas).

Lógico que o filme possui alguns defeitos, como o seu ritmo por demais acelerado em alguns momentos, uma conclusão simples demais para tudo o que havia acontecido e ter uma personagem mal trabalhada e praticamente inútil à história (Gwen, o interesse romântico de Richard, interpretada pela linda Catherine Mary Stewart), mas são erros causados mais pela ingenuidade não tão ingênua assim na confecção do longa por parte de seus realizadores (não vejo uma pretensão como um todo; e quando me refiro à ingenuidade, digo sobre o fato de acontecer tudo sem se preocupar sobre o que o público vai pensar daquele absurdo todo, e completo com não tão ingênuo assim pelo fato de que tudo é intencional, pensado por seus realizadores, que sabiam o que faziam, mas sem a pretensão de deixá-lo tão grande quanto é hoje).

O resultado final é que Um Morto Muito Louco é um filme inteligente, que vai direto ao ponto e diverte muito, mas muito mesmo. As comédias dos anos 80 (e são muitas) se preocupavam em escolher um tema e trabalhá-lo da melhor forma possível, ao contrário de hoje, que tudo parece ser resumir apenas no sexo, apenas trocando a gostosa do cartaz. Se são sinais dos tempos, hoje somos mais burros do que éramos antes, mas como não acredito nessa hipótese, prefiro não engolir as porcarias feitas por Hollywood hoje em dia e continuar rindo com os meus bons e velhos companheiros de sessão da tarde.

Trailer do Filme


Download do Filme


Título Original: Weekend at Bernie´s
Gênero: Comedia
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Se Beber Não Case(The Hangover)

É de praxe todo ano aparecer um filme com humor politicamente incorreto que inesperadamente desbanca alguns blockbusters do verão americano e fatura milhões de bilheteria. Foi assim em 2005 com Os penetras bons de bico, ano passado com Trovão tropical e agora em 2009 com Se Beber, Não Case que consegue ter cenas desprezivelmente engraçadas e situações surreais.

A premissa é a básica despedida de solteiro onde alguns amigos levam o noivo pra uma balada que "nunca vão se esquecer". O detalhe aqui é que após um brinde no telhado de um grande hotel de Las Vegas os companheiros se encontram jogados ao chão, bêbados, sem se lembrar de nada da noite anterior e o pior, perdem o noivo sabe-se lá aonde. O resto do filme é uma busca atrás de pistas sobre o paradeiro do garoto que vai se casar dentro de 24 horas.

Sob a direção de Todd Phillips (diretor de Dias Incríveis e roteirista de Borat) o filme conta com algumas cenas que vão fazer algumas pessoas terem crises de riso como a sequência do tigre e até mesmo os créditos finais, mas o melhor são as sacadas "incorretas" do roteiro como a brincadeira que o barbudo Alan Garner (Zach Galifianakis) promove com um bebê em uma mesa de bar. E elas estão por todas as partes do longa.

Conte ainda com boas performances cômicas de Bradley Cooper (Ele Não Está Tão a Fim de Você) como o canastrão Phil e a melhor de todas, a de Ed Helms (o engraçadíssimo Andy Bernard da série The Office) como o bobinho Stu que conta com sacadas mais absurdas de toda a trama. Ah, e ainda tem uma participação de... Mike Tyson, no papel dele mesmo. E acredite, faz rir.

Depois de ultrapassar a barreira dos 183 milhões de dólares de bilheteria mesmo tendo custado apenas 35 e ainda estar figurando entre as 5 maiores bilheterias durante 3 semanas consecutivas lá fora, o filme tem fortes chances de atrair um grande público também no Brasil (ainda que Trovão tropical tenha feito algo parecido ano passado e mesmo assim passou despercebido pelos cinemas brazucas). Mas o potencial sucesso teen do filme não deve ofuscar o seu brilho como obra proibida pra menores (mesmo com tantos sucessos do mundo pop em seu núcleo) e que tem algo que anda faltando em muitos dos filmes de comédia ultimamente: humor.

Trailer do Filme

Download do Filme
Legenda do Filme

Título Original: The Hangover
Gênero: Comédia
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento: 2009
Qualidade: DDC
Formato: Avi
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 730 mb

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Os Deuses Devem Estar Loucos


Em sua caminhada pela mata, um aborígene africano encontra uma garrafa de Coca-Cola que foi jogada de um avião. Voltando à sua tribo, todos começam a disputá-la e o aborígene decide devolvê-la aos deuses, de onde ingenuamente pensa ter vindo. Sem querer, acaba encontrando a civilização e pessoas diferentes, como um médico meio maluco e um ditador tirano.

Esse é o "enrendo" do filme, coisa que para uma comedia de besteirol é oque menos importa. Esse filme é da safra dos melhores filmes de besteirol de todos os tempos como, "Top Gang", "Aperte os Cintos que o Piloto Sumiu", "Top Secret", entre outros. Hoje em dia 99% das comedias besteirol são satiras de filmes, "Os Deuses Devem Estar Loucos" é uma das excesões onde a maioria das piadas são originais sem precisar satirizar ninguem.

O genero de comedia besteirol é aquele de amar ou odiar, eu sou um dos que amam, filmes repleto de piadas a cada segundo e de tão idiotas conseguem arrancar otimas gargalhadas. Esse longa é um exemplo de como pode ser divertido, original e bem feito uma comedia besteirol. Classico das sessão da tarde nos anos 80/90.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: The Gods Must be Crazy
Gênero: Comedia
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

terça-feira, 7 de julho de 2009

Todo Mundo em Panico 4(Scary Movie 4)


Nenhuma série conseguiu ser tão pipoca quanto a franquia 'Todo Mundo em Pânico'. Sempre aproveitando a onda de Blockbusters, os filmes da franquia conseguiram obter sucesso esculhambando filmes "sérios" e ainda assim se tornar, de certa forma, consistente. É claro que a consistência da franquia se encontra em fazer rir, fazer rir e fazer rir. Mas poderia ser pior, afinal, 'Todo Mundo em Pânico 2' não conseguiu esta proeza. 'Todo Mundo em Pânico 4' se torna então uma cópia gêmea do terceiro filme, e consegue ser tão bom quanto (para quem gosta das macaquices da série, é claro).

O escritor e diretor David Zucker, que comandou o divertido terceiro filme da série, mostra que não perdeu o bom humor (obscuro) e continua conseguindo o timing certo para os momentos hilários, tirando sarro não apenas dos blockbusters, mas também da vida de personalidades, como o complexo (ou estranho?) Tom Cruise e a criança que parece adulta Dakota Fanning.

Desta vez, a sempre ingênua Cindy Campbell (Anna Faris), procura emprego no ramo de saúde domiciliar, encontra trabalho com uma senhora sinistra (Cloris Leachman) em uma casa ainda mais sinistra, assombrada por um fantasma. Adicione a isso um vizinho de porta bonitão e a ameaça da dominação global alienígena, Cindy está em perigo até o topo de sua cabeleira extremamente loura. Nossa destemida heroína é mais uma vez levada a agir tentando decifrar mensagens fúnebres do além, procurando o amor nos locais mais esquisitos e tentando salvar o mundo da destruição em massa.

Conforme ela luta para encontrar as respostas salvadoras, ela se depara com terríveis acidentes aéreos, garotas cegas agourentas, habitantes idiotas de uma vila, rappers descabelados, engenhocas pervertidas, sobreviventes psicopatas, esfíncteres alienígenas e até Oprah.

Ainda que bobo, 'Todo Mundo em Pânico 4' consegue ser tão divertido quanto o terceiro filme da franquia (que ainda fica atrás do original), e infinitamente superior ao segundo filme da série (que até hoje eu não consegui tirar sequer uma risada).

Divertido, engraçado, com uma dose gigante e divertida de humor negro. É um ótimo filme para quem gosta do gênero.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Scary Movie 4
Gênero: Comédia
Tempo de Duração:
Ano de Lançamento: 2006
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 275 mb

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Eurotrip


Quando aluguei Eurotrip eu não dava nem um real pela produção, tava na cara que era mais um daqueles filmecos adolescentes de hoje em dia, chatos e sem graça e cheio de piadinhas sexuais. Mas depois de assistir, me dei conta de ter visto um daqueles tipos de filmes que daqui há uns 10 anos será reverenciado por toda uma geração assim como "Curtindo a Vida Adoidado" é hoje em dia. Talvez eu esteja exagerando, mas Eurotrip é ótimo mesmo!

Tudo começa quando na formatura do herói do filme, Scotty (Scott Mechlowickz) que namora uma piranha de marca maior, Fiona (Kristin Kreuk, a Lana de Smallville). Ela decide largar o cara no dia da formatura, pois o acha "previsível" demais. Ele fica arrasado e desabafa com os amigos Cooper (Jacob Pitts), Jenny (Michelle Tratchenberg) e Jamie (Travis Wester). Além disso, ele se corresponde por internet com um amigo alemão, Mike e certo dia, por causa de uma confusão traduzindo um e-mail dele, acha que Mike é gay e responde o e-mail de forma grosseira. Só que Scotty descobre que o tal Mike, na verdade é Mieke uma garota! Durante todo esse tempo ele se correspondia com uma garota e nem sabia! hehe...

Decidido a resolver a burrada e de quebra se dando conta de que está apaixonado por Mieke (Jessica Bohers), Scott decide ir até a Alemanha com seus amigos achar a moça e se declarar pra ela. Mas nem preciso dizer que durante o percurso, um monte de hilários imprevistos acontece!

O que mais me chamou a atenção no filme foram os personagens que em suas atitudes se assemelham bastante a pessoas da vida real, diferente de 99% das produções do gênero. Sim, todos pertencem a um esteriótipo, mas não ficam presos a eles. Por exemplo Jamie é o nerd, mas não é o nerd típico, chegando até a transar durante a viagem. Cooper é o mais safado, que tem o objetivo claro de transar com o maior número de mulheres que encontrar, mas é ótimo constatar que ele não é fútil a todo momento, como quando Scotty chega sozinho ao apartamento de Mieke e ele chega logo depois dizendo: "Eu vim de lá só pra isso, tá louco que eu iria perder?", demonstrando não se importar somente com si próprio e suas vitórias sexuais, mas sim com o amigo e sua "missão". O mesmo vale pra Jamie que chega a vender sua câmera fotográfica de estimação para pagar a passagem de avião que fará Scotty se encontrar com Mieke no clímax do filme. Jenny, como única representante feminina da trupe é abordada de modo originalíssimo. Ao invés de ser o "objeto sexual" da turma, aquela por quem todos irão babar durante a viagem, ela é tratada como uma igual, às vezes como mais um garoto. Em certo momento dizem a ela: "Você não é uma garota, é um cara legal de cabelo comprido". E é ótimo ver o crescente interesse de Cooper por ela, não unicamente sexual, mas também amoroso.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: EuroTrip
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 92 min
Ano de Lançamento: 2004
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 302 mb

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Os Espiritos(The Frighteners)


A primeira incursão de Peter Jackson em Hollywood é uma interessante mistura de filme de horror e comédia, com bons efeitos especiais e incursões ocasionais no drama romântico e na ação desenfreada, o que faz de “Os Espíritos” (The Frighteners, EUA, 1996) um ótimo programa. Pouco divulgado no Brasil, onde foi lançado diretamente em vídeo, o filme é uma oportunidade consistente para que fãs da série “O Senhor dos Anéis” conheçam um pouco mais as origens do cineasta neozelandês que se tornou o homem mais poderoso do cinema, neste início de século XXI.

Pouca gente veria, no diretor criativo que consegue injetar frescor e diversão numa trama onde um operário-padrão da direção faria uma aventura mediana, um futuro titã de Hollywood. No entanto, pelo menos uma pessoa anteviu o sucesso do neozelandês: o colega Robert Zemeckis (da série “De Volta Para o Futuro”). Foi ele quem conseguiu que a Universal bancasse o projeto de Jackson, sugerindo ainda um protagonista, o ator Michael J. Fox, que trabalhara com ele na famosa série juvenil dos anos 1980. Zemeckis ganhou crédito de produtor executivo. E só isso, já que “Os Espíritos” não fez grande sucesso na época do lançamento.

A receita de Peter Jackson para sua primeira incursão na indústria mais rica do cinema foi simples: um mergulho em terreno que ele já conhecia, a interseção entre comédia e horror. Os primeiros filmes do cineasta, como “Fome Animal”, trabalhavam nessa zona perigosa. Não são muitos os diretores que se arriscam nesse entrelugar de gêneros, pois o risco de pesar demais a balança para um dos lados é grande; nesses casos, é normal que cineastas sem muito talento acabem produzindo paródias involuntárias, que nem fazem rir os fãs de comédias e nem assustam os que preferem horror. Jackson, porém, é um fã de carteirinha dos dois gêneros, e já havia mostrado que sabia trabalhar nessa faixa de risco. É o que faz com perícia em “Os Espíritos”.

A história tem como personagem principal o paranormal Frank Bannister (J. Fox). O sujeito ganha a vida convencendo moradores da pequena cidade de Fairwater de que estão sendo perseguidos por fantasmas, e cobrando dinheiro para afastá-los. Boa parte das pessoas da região acredita que Bannister seja um charlatão; o fato é que, embora seja um trapaceiro, ele tem mesmo o dom de ver fantasmas. O truque de Bannister é outro. Ele trabalha em conjunto com três espíritos (o juiz é hilariante), encarregados de assustar pessoas para que Bannister seja, então, contratado para fazer o “exorcismo”, coisa que ele obviamente dá conta com facilidade.

O personagem rende boas risadas e cenas cômicas, amparadas no fato de que apenas ele (e o público) conseguem realmente ver os fantasmas – as visitas de Bannister ao cemitério local são sempre hilariantes. A situação, é evidente, desperta automaticamente a simpatia do público pelo rapaz, cuja habilidade para ver os mortos tem conexão com um fato obscuro do passado dele, que o deixou traumatizado e solitário. É por isso que Lucy (Trini Alvarado), uma recente viúva cujo falecido marido procura Bannister para entrar em contato com ela, mexe com os sentimentos do candidato a herói. Está aí o elemento romântico do filme.

As coisas complicam quando surge na cidade um misterioso espírito encapuzado que mata moradores de Fairwater. Com sua habilidade extraordinária, Bannister vê os crimes e conclui que um serial killer do além está matando os habitantes da cidade, por razões desconhecidas. Infelizmente, ninguém acredita nele, já que as mortes parecem ocorrer por causas naturais; as tentativas canhestras e solitárias de investigar os casos acabam tornando o paranormal suspeito, aos olhos da polícia. Aí temos uma situação clássica dos filmes de Hitchcock: um homem inocente, obrigado a investigar um crime para não ser preso por ele.

A condução da trama é firme, e Peter Jackson conta com um roteiro decente – escrito por ele e a esposa, Fran Walsh – para trabalhar, levando o caso a seguir um rumo surpreendente e inserindo personagens interessantes, como um bizarro agente do FBI (Jeffrey Combs, ator de uma série de horror cômico chamada “Reanimator” que é a grande inspiração de Jackson). O policial, aliás, funciona como um resumo do filme: engraçado e aterrorizante ao mesmo tempo, ele provoca risos, mas também arrepios.

Outro destaque está nos efeitos especiais, que marcam também a primeira incursão da Weta – a firma do diretor, que depois se tornaria uma referência no setor, a partir de “O Senhor dos Anéis” – em Hollywood. A técnica criada pela empresa para mostrar os fantasmas, fazendo-os brilhar como objetos fosforescentes, é extremamente bem feita. Também é muito eficaz do ponto de vista narrativo, pois permite que o espectador identifique instantaneamente, em cada cena, quais os personagens que estão vivos e quais estão mortos (uma versão aprimorada dessa técnica foi utilizada para mostrar o exército fantasma de “O Retorno do Rei”).

Na época do lançamento, “Os Espíritos” motivou comparações entre o trabalho de Peter Jackson e o de Tim Burton. Há, realmente, semelhanças: ambos são cineastas extremamente visuais, que sabem trabalhar na fronteira da comédia com o horror sem derrapar. O trabalho de Peter Jackson, porém, é menos estilizado e mais acessível, pelo menos do ponto de vista narrativo, o que não é um demérito. Além disso, o neozelandês possui um talento natural imbatível para criar resoluções dramaticamente poderosas, algo que “Os Espíritos” realiza sem problemas. Ao final, fica a certeza de que a diversão é garantida para todas as idades.

Trailer do Filme

Download do Filme - parte 1
Download do Filme - parte 2

Título Original: The Frighteners
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 109 min
Ano de Lançamento: 1996
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 309 mb

segunda-feira, 22 de junho de 2009

As Branquelas(White Chicks)


Comédias americanas geralmente são um pé no saco. Com histórinhas mal-contadas e mal-planejadas, adicionadas a um excesso de piadinhas infames que, se forem entendidas, tiram no máximo um sorriso de nosso rosto, tem suas formas exaustivamente copiadas, mas todo mundo assiste para conferir uma ou outra piadinha nova no mercado.

'As Branquelas' nada mais é que uma junção de várias piadas já contadas, histórias já copiadas e clichês de todos os filmes de comédia que já vimos. Mesmo assim, 'As Branquelas' ainda se salva do desastre com uma ou duas piadinhas que faz a platéia rir por um minuto, e nada mais.

Apesar de todos os esforços, os agentes Marcus e Kevin Copeland acabaram penando na ‘cozinha’ do FBI. A mais recente investigação da dupla foi um verdadeiro fracasso e seus empregos estão por um fio. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, o importante caso é entregue aos rivais de Marcus e Kevin, Vincent e Jake). Para aumentar ainda mais a humilhação dos dois, Kevin e Marcus são escalados para uma ingrata e medíocre missão — escoltar as jovens mimadas vestidas de Gucci, garantindo-lhes segurança do aeroporto até o hotel nos Hamptons. Impossível até para eles fracassar numa humilhante tarefa como esta, certo?
Quando o cachorro mal-acostumado de Tiffany, Baby, provoca uma confusão no trânsito, começa uma briga e as duas mulheres ficam desfiguradas — bem, se você chama lábio inchado e corte no nariz desfiguramento —, o que para essas socialites obcecadas com o visual certamente é uma grande tragédia. Diante da possibilidade de ficar desempregado, Kevin inventa um plano: Ele e Marcus irão se disfarçar das exigentes divas e, enquanto isso, tentar capturar os seqüestradores e, por fim, resgatar sua reputação.

Com um roteiro fraquinho, cheio de furos e clichês, e dois atores maquiados que parecem mais uma ovelha do que uma patricinha, o filme se contenta em ser forçado ao extremo, partindo às vezes para a baixaria para tentar tirar um sorriso de seu rosto.

Se você se diverte com cenas infames e piadas forçadas ao invés de uma boa história com situações hilárias, esse é o seu filme. Entretenimento puro... E nada mais.

Trailer do Filme

Download do Filme - parte 1
Download do Filme - parte 2

Título Original: White Chicks
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 114 min
Ano de Lançamento: 2004
Qualidade: DVDRip
Formato: Rm (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 365 mb

domingo, 14 de junho de 2009

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças


Responda rapidamente: quem você deletaria de sua memória sem pestanejar? Proponho que você anote esse nome em um papel e vá assistir a O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, que levanta uma questão na qual (quase) nunca pensamos: existem memórias ruins?

Joel (Jim Carrey) é um cara tímido que arruma uma namorada, Clementine (Kate Winslet), cuja personalidade é oposta à dele. Mesmo assim, os dois começam a namorar e, juntos, constroem uma história. Nenhuma novidade até aqui: quantos filmes têm um casal protagonista? Milhões. Só que Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças não é como qualquer um desses que você deve ter imaginado.

Depois que Joel e Clementine terminam, ela resolve contratar a empresa do doutor Howard Mierzwaik (Tom Wilkinson), que oferece um serviço um tanto quanto peculiar: ele desenvolveu uma técnica que deleta, literalmente, alguém de suas lembranças. Os técnicos – vividos por Kirsten Dunst, Mark Ruffalo e Elijah Wood – entram na mente do contratante e apagam qualquer lembrança existente relacionada à pessoa escolhida. Clementine, claro, pede que eliminem Joel de sua vida. Quando ele descobre a tramóia, não pensa duas vezes e contrata a empresa para fazer o mesmo serviço em sua mente, desta vez eliminando a ex-namorada.

O roteiro de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças é louco e muito bem amarrado. Trabalho de Charlie Kaufman (responsável pelas histórias dos não menos alucinados Adaptação e Quero Ser John Malkovich), que mostra ser um verdadeiro aficionado pelos mistérios da mente humana. Enquanto que Kaufman nos mostra seu mapa das lembranças humanas, Michel Gondry – que já dirigiu alguns dos melhores e mais loucos clipes da islandesa Björk – nos guia pela mente de Joel. Vale também destacar a performance do (ex?) comediante Jim Carrey que, mais uma vez se aventurando no gênero dos longas dramáticos, se sai muito bem, assim como Kate Winslet – mas isso não é novidade para ninguém, a inglesa já provou ser mais do que “a mocinha do Titanic”.

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças não é somente uma experiência que brinca com a mente humana: é um filme triste. Portanto, se você resolver assisti-lo (e eu recomendo que realmente vá), prepare-se para ter vontade de entrar em suas próprias lembranças, buscando pessoas que passaram por sua vida e estão escondidos em cantos isolados de sua mente. E, claro, chegar à conclusão de que nenhum relacionamento é tão ruim a ponto de merecer ser sumariamente deletado da memória.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 108 min
Ano de Lançamento: 2004
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 359 mb

As Loucuras de Dick e Jane(Fun with Dick and Jane)


Jim Carrey pode tentar mudar seu estilo, participar de dramas, alterar seu rosto cômico para uma faceta mais séria, mas é na comédia que ele se sente à vontade. Neste remake 'Adivinhe Quem Vem Para Roubar' (1977), originalmente estrelado por George Segal e Jane Fonda, Carrey reafirma suas qualidades e dá um show de risos, com suas caricatas e engraçadas caretas.

Os anos de trabalho duro de Dick Harper (Carrey) finalmente tiveram um reconhecimento quando ele foi promovido à vice-presidente da Globodyne, uma empresa líder do mercado de consolidação de empresas de mídia.

Mas, exatamente depois de um dia em seu novo cargo, a Globodyne é destruída por uma calamidade parecida com a da Enron - e ele é deixado sem nada.

A rápida ascensão de Dick o deixou com muito pouco tempo para guardar algum dinheiro para dias mais difíceis. E agora está particularmente difícil, à medida que Dick e sua adorável esposa, Jane (Leoni), assistem com terror enquanto sua casa de luxo no subúrbio, seus carros luxuosos e seus amigos conscientes de sua condição social, rapidamente desaparecem no ar.

Depois de ter sempre seguido as regras e ter trabalhado duro para construir uma vida confortável para sua família, Dick está completamente despreparado em ter que desistir do 'Sonho Americano'. No entanto, tomando uma lição com seu empregador, Dick tem uma brilhante idéia: se roubar é bom o suficiente para seu chefe, então roubar é bom o suficiente para ele.
Usando suas habilidades recém descobertas, ele e Jane exigem uma hilária vingança e dão uma lição aos grandes negociadores.

É claro que o roteiro, até que original em alguns momentos, terá situações constrangedoras e partes visivelmente guardadas para o talento cômico que somente Carrey poderia criar.

Téa Leoni e Jim Carrey se dão bem no filme, e criam vida ao atrapalhado e engraçado casal de uma maneira bastante real, usando todo o talento possível, eles seguram as pontas no filme.

Uma comédia família, engraçada, divertida. Mais um filme da marca "Jim Carrey".

Trailer do Filme

Download do Filme - parte 1
Download do Filme - parte 2

Título Original: Fun with Dick and Jane
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 90 min
Ano de Lançamento: 2005
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb (RAR)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 292 mb

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Os Aloprados(Semi-Pro)


I love this game! Talvez por isso eu tenha ficado muito empolgado quando soube da nova comédia de Will Ferrell no terreno dos esportes. O filme chega diretamente ao mercado de DVD, sem estreia nos cinemas. E, de fato, talvez não arrastasse uma multidão às salas de projeção.

O roteiro fala sobre uma equipe fictícia, a Flint Tropics, liderada pelo excêntrico dono e pivô Jackie Moon, que comprou a franquia com o dinheiro advindo do sucesso de sua canção "Love me sexy". O mais bacana é que a história se passa na década de 70, meses antes da ABA, American Basketball Association, deixar de existir em virtude da fusão com a então resplandecente e emergente NBA. Moon precisa que sua equipe fique entre as quatro primeiras da ABA para ganhar o direito de disputar a liga principal.

O visual do filme é realmente delicioso! Quem acompanha basquete vai adorar. É como se estivéssemos realmente assistindo a partidas daquele tempo. Os uniformes seguem o estilo da década de 70, com direito a meias listradas cobrindo a canela, shorts apertados e tênis de cano baixo. Porém, as piadas não são explosivas e Ferrell não rende o que pode.

Ainda assim vale o aluguel. Há bons momentos, como nas tentativas de Moon para promover seus jogos. Sua luta contra um urso é um dos ápices do filme, realmente hilária. A equipe tem jogadores bem engraçados, como um lituano que não entende os esquemas táticos em inglês. Os narradores também são outro destaque, sempre implicando um com o outro.

Trailer do Filme

Download do Filme

Nome Original: Semi-Pro
Lançamento: 2008
Gênero: Comédia
Formato: RMVB
Duração: 90 minutos
Tamanho: 380 Mb
Áudio: Ingles
Legendado: Portugues
Qualidade: DVD

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Hot Rod, Loucos Sobre Rodas


Não é de se estranhar, inicialmente, que todo esse projeto, antes de virar essa bobeira agradável protagonizada por um divertido Andy Samberg antes pertencia completamente à Will Ferrell, que juntaria essa fita com seus outros experimentos com esporte, vide “Papai Bate um Bolão”, “Ricky Bobby – A Toda Velocidade”, “Escorregando para a Glória” e o ainda inédito “Os Aloprados”. Ferrell é nato para este típo de humor. Porém, é inegável assistir à esse “Hot Rod” e imaginar algum idiota que não seja Samberg no papel do protagonista, esbanjando imaturidade, maluquice, babaquice e muita infantilidade. O filme é, a todo momento, essa bobeira toda. Desde sua trama formuláica até suas ocasionais piadas bestas e humor em vezes forçado, é tolo. Mas, de certa forma, faz uma grande diferença o que Akiva Schaffer (em seu primeiro filme) fez ao trazer alguma espécie de inspiração e tom original ao filme, ainda que este caía incansávelmente no descartável e no bobo.

É como “Superbad – É Hoje”, ainda que bem inferior em direção e principalmente em roteiro. É sobre uma juventude desmiolada, tola e cheia de situações vergonhosas. Mas, o que faz a experiência de se assistir essa juventude tão divertida é a forma com que as situações são traçadas. Não com exagero (ainda que “Hot Rod” caia nessa armadilha de vez em quando) e tolice simplificada, mas com um certo “que” de atitude e um ar pomposo de estilo. A começar pela trilha sonora genial que, diversamente, ajuda a moldar cenas extremamente hilárias. Notem na cena onde toca “Two of Hearts”, impagável. É sincronia visual, sonora, com espírito cinemático e humor bem intencionado. O problema do filme é mesmo trair essas tais boas intenções com um humor que diversamente soa completamente forçado, quase superficial. Os acertos, graciosamente, existem. Mas é incontestável que a imaturidade infelizmente toma conta não só dos personagens, mas do próprio roteiro sem limites.

É válido, por isso, tentar buscar o prazer e o entretenimento nos elementos básicos mais naturais de “Hot Rod”. O filme é besta, mas consegue ser engraçado quando se nota algum esforço no humor. Exemplo da cena que faz graça de “Footloose”, com Rod dançando na floresta em uma imitação engraçadíssima do que Kevin Bacon havia feito há mais de 20 anos. São nesses momentos que vemos que existe alguma validez no filme todo e que sua forçada da barra exagerada pode ser perdodada quando se é analisado o quanto o filme não só atinge seu público alvo gratificantemente, mas consegue construir personagens em cima de esteriótipos e ainda assim os tornarem interessantes, de uma forma bizarramente unidimensional, claro. E nisso nota-se o elenco bem escolhido e sincronizado, químicamente ativos e confortáveis em seus respectivos papéis. Samberg é um que abusa, mas nunca trai o espírito do personagem. E ainda faz um par divertido com a sempre memorável Isla Fisher.

O filme é recheado de ótimos diálogos, momentos inspirados, personagens queridos e aspectos visuais/sonoros gratificantes. Aspectos virtuosos que compensam quase que completamente a trama extremamente batida, algumas situações horrívelmente bobas e todo aquele descomforto depois de uma piada simplesmente sem graça mal direcionada. “Hot Rod” é bobo. Mas, ele assume seu estado de ser, com plena sabedoria de sua tolice. E, por não esconder pretensões maiores, funciona como um divertimento passageiro quase como um prazer de culpa. Tente entrar no espírito, se conectar com os personagens e vai na onda ininterruptamente babaca deles. Às vezes faz bem esquecer dos problemas e ver a vida como uma simples rampa que deve ser ultrapassada ou sonhar com lutas entre sanduiches de queijo com tacos. Não tente entender, apenas veja o filme.

Trailer do Filme

Download do Filme

Nome Original: Hot Rod
Lançamento: 2007
Gênero: Ação
Formato: RMVB
Duração: 88 minutos
Tamanho: 422 Mb
Áudio: Filme Legendado
Qualidade: DVD

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Quase Irmãos(Step Brothers)



Um ditado em inglês diz "Boys will be boys", algo como "garotos sempre serão garotos" ou, em uma interpretação mais livre, "garotos não crescem nunca". Tem um pouco de Peter Pan aí, mas o que ele quer dizer é que não importa a idade, o local ou a criação, sempre vai haver espaço para aquelas travessuras de moleque, não importa se as rugas já cobrem o rosto e os cabelos vão ficando grisalhos. Will Ferrel é um grande exemplo disso. Bom tanto na comédia física quanto na falada, ele vai mostrando a cada novo trabalho que não há idade que o impeça de pular, fazer manha, bater no chão, fingir choro e arrancar gargalhadas.

Seu filme mais recente é Quase Irmãos (Step Brothers, 2008). A comédia reúne o mesmo time do divertido Ricky Bobby - A Toda Velocidade (Talladega Nights, 2006), com Ferrell protagonizando ao lado John C. Reilly nos papéis pricipais e assinando com o diretor Adam McKay o roteiro. A boa notícia é que dessa vez eles não vão direto para as prateleiras das locadoras, como aconteceu na história sobre os pilotos da Nascar. E se quiser continuar dando risadas de verdade no cinema, recomendo que você chame o maior número possível de amigos e façam uma caravana para a sala mais próxima.

Não estou aqui fazendo propaganda gratuita do longa-metragem. Realmente me diverti no filme e o recomendo. Muito melhor um Will Ferrell na mão do que um Super-Herói - A Linha da Injustiça no cinema.

A história, caso você queira realmente saber, é estapafúrdia como sempre. Ferrell é Brennan Huff, tem 39 anos e ainda vive com sua mãe. John C. Reilly é Dale Doback, que aos seus 40 anos nunca saiu da casa do pai. O problema dos dois começa quando mamãe Huff e papai Doback decidem juntar suas escovas de dentes e todos vão morar sob o mesmo teto. O ciúme, o desconforto pelas novas pessoas em casa e tudo o que já conhecemos de outros filmes está lá, mas anabolizado pelo fato dos dois "filhinhos" serem adultos que decidiram não crescer. E que brigam como adultos!

O ponto de virada acontece no jantar em que o irmão de Brennan, Derek (Adam Scott), aparece para mostrar como ele é bem sucedido - e provar mais uma vez como Brennan e Dale são fracassados. A partir do ódio que sentem por Derek, os dois começam a se identificar e pouco a pouco vão vendo que têm mais em comum do que imaginavam. O resto é desculpa para fazer graça e que não precisa ser dito aqui.

Correndo o risco de ser acusado de machismo, devo dizer que esta é uma comédia tipicamente masculina. E não é pela piada flatulenta, que na verdade me deixou um tanto quanto irritado pela sua obviedade. Digo isso porque o humor utilizado é mais grosseiro - e entendam isso como um elogio. Mas se mesmo assim você decidir "descontar" as comédias-românticas que teve de assistir e levar a sua amada ao cinema, saiba do risco que está correndo. Se ao final do filme ela olhar para você e perguntar onde está a graça, diga apenas: It's a boy thing.

Trailer do Filme

Download do Filme

Nome Original: Step Brothers
Formato: RMVB
Tamanho: 346 Mb
Áudio: Ingles
Legendada: Portugues
Qualidade: DVD

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Trovão Tropical(Tropic Thunder)


As pessoas comuns têm um grande interesse pela vida particular das celebridades. É essa incessante vontade de saber as manias, interesses, falhas e egos dos artistas que vendem revistas e sites de fofocas. Quase todo mundo adora saber que artista é legal ou chato, quem saiu com quem e quais os dramas da vida deles.

Agora junte isso com piadas de humor-negro, comédia escrachada, um grupo de atores de primeira linha e os bastidores de um filme dentro do filme: você terá a comédia mais divertida do ano.

Depois que custos elevados - e egos inflados - ameaçam acabar com a produção do maior filme de guerra da história, o frustrado diretor do projeto se recusa a parar de gravar, levando seu elenco para dentro da selva do sudeste asiático em busca de "mais realismo".

Sem assistentes, comitivas ou telefones celulares, o elenco logo se depara com um real e perigoso bando de traficantes de drogas. Confundindo os atores com agentes do Departamento Antidrogas Americano, eles resolvem capturar os "invasores". E é aí que a trama começa a se desenvolver da maneira mais sem noção possível.

O elenco principal está hilário e muito à vontade no longa. Um loiro Jack Black é o que se mais destaca entre todos com suas caretas e trejeitos, Robert Downey Jr. deixa de lado o 'Homem de Ferro' e se transforma em um hilário ator branco que decidiu se tornar negro e Ben Stiller, que também dirige o longa, continua cômico, mas aqui interpreta de maneira tão eficiente um ator chato, que o público vai deixa de se identificar com ele.

Além do poderoso elenco principal, vários astros hollywoodianos aparecem em divertidas pontas: Tom Cruise consegue seu melhor papel dos últimos anos como um empresário gordo e feio, e temos até o corpudo Matthew Mcconaughey em um momento divertido.

O roteiro do filme, no qual Ben Stiller se juntou aos talentosos Justin Theroux e Etan Cohen, é o grande acerto. O humor negro toma conta da projeção e não perdoa nada nem ninguém: fala sobre artistas famosos que se auto promovem com causas humanitárias, retardados mentais, animais e tira onda com os próprios astros do filme. A direção de Stiller também é bastante ágil, dando liberdade aos atores demonstrarem improvisos e se divertirem em seus papéis.

Voltando ao começo da crítica: 'Trovão Tropical' é uma das comédias mais divertidas do 2008.

Trailer do Filme

Download do Filme

Nome Original: Tropic Thunder
Formato: RMVB
Tamanho: 389 Mb
Áudio: Ingles
Legendada: Portugues

domingo, 24 de maio de 2009

Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada(Dan in real life)


Trata-se do segundo filme de Peter Hedges, indicado a alguns prêmios (Festival de Sundance e Independent Spirit Awards, dois dos principais eventos relacionados ao cinema independente norte-americano) com sua estréia como diretor, Do Jeito que Ela É (2002), além da indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo trabalho como roteirista em Um Grande Garoto (2002).

Neste novo filme, Hedges volta a abordar o tema que permeia sua obra anterior: um personagem que não se sente pertencente ao ambiente familiar. Que de normal não tem nada. Neste caso, ele é Dan (Steve Carell), um homem viúvo, pai de três filhas – as adolescentes Jane (Alison Pill) e Cara (Brittany Robertson), além da pequena Lilly (Marlene Lawston) -, colunista de um jornal. Ele viaja para passar um fim de semana com sua numerosa família em Rhode Island. Lá, ele conhece Marie (Juliette Binoche), descobrindo, mais tarde, que se trata da nova namorada do irmão bonitão Mitch (Dane Cook).

Familiares histéricos e conflitos amorosos deste naipe são ambientes perfeitos para conflitos tragicômicos desenvolvidos neste longa-metragem. E Hedges sabe como fazer esse tipo de filme. Com a ajuda da como sempre eficiente e hilária atuação de Steve Carell, o resultado torna-se muito mais consistente do que o trabalho anterior.

Dosando de forma sábia as doses de drama às altas pitadas cômicas e algumas de romance e as belas composições originais de Sondre Lerche para a trilha sonora, Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada é uma excelente opção para o espectador que procura um entretenimento divertido que passa longe do vazio abismal de muitas produções do gênero que passam por nossas surradas telas.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Dan In Real Life
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 98 min
Ano de Lançamento: 2007
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 330 mb

domingo, 17 de maio de 2009

Uma Comedia Nada Romantica(Date Movie)


De tão fracos, certos filmes têm todos os seus melhores momentos revelados já no trailer. Este é o caso de “Uma Comédia Nada Romântica”, filme desenvolvido por dois dos roteiristas de “Todo Mundo em Pânico”.

A premissa é até interessante: pegar os principais clichês e cenas de comédias românticas e levá-las ao último grau do exagero. Para isso, o filme explora momentos marcantes de fitas como “Casamento Grego”, “O Amor é Cego”, “Do que as Mulheres Gostam”, “O Casamento de Meu Melhor Amigo” e até os recentes “Sr. e Sra. Smith” e “Penetras Bons de Bico”.

Preocupada, porém, em se fazer risível a cada take, a fita apela para piadas grosseiras que irão agradar somente aos fãs do gênero. A história é centrada em Julia Jones (Alyson Hannigan, da trilogia “American Pie”). O nome da personagem é uma combinação de Julia Roberts com Bridget Jones. “As mulheres que as platéias adoram ver se apaixonar”, definem os roteiristas do filme.

Após sofrer duras penas como uma “super gordinha”, a moça encontra a chance de mudar seu destino com o auxílio do conselheiro amoroso Hitch (o anão Tony Cox, de “Eu, Eu mesmo e Irene”). “Consertada” em uma oficina de funilaria e pintura, a ex-mocréia parte então para a conquista de seu grande amor: Grant Comotuafiglia (Adam Campbell).

Levar o moço ao altar, porém, não será nada fácil, pois o príncipe encantando tem em seu encalço Andy, uma mulher para lá de fatal interpretada pela cantora australiana Sophie Monk, também em sua estreia na telona.

“Uma Comédia Nada Romântica” é ainda o primeiro longa dirigido por Aaron Seltzer, co-autor do roteiro. Para ajudá-lo no desenvolvimento da história, Seltzer contou com o amigo de longa data Jason Friedberg.

Autores de filmes como “Duro de Espiar” e integrantes da equipe de seis roteiristas de “Todo Mundo em Pânico”, os amigos deixam claro nesta última empreitada que ainda têm muito a aprimorar. Em resumo? Prefira o trailer.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Date Movie
Gênero: Comedia
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Super Size-me


Nunca os documentários estiveram tão em voga, tanto no Brasil quanto no resto do mundo. Várias produções estão ganhando cada vez mais projeção. Mérito de Michael Moore, que com sua forma de fazer cinema conseguiu atingir um público que até então rejeitava este tipo de filme. Morgan Spurlock (que até então era um desconhecido; só tinha trabalhado na televisão e sido assistente de produção no ótimo “O Profissional”) teve uma idéia ousada que resolveu colocar em prática: quais seriam as conseqüências ao se fazer, por trinta dias, uma dieta composta somente por produtos vendidos na rede de lanchonetes McDonald’s?

Spurlock resolveu ele próprio ser a cobaia desta experiência bizarra e perigosa, que se tornaria seu documentário de sucesso e de grande repercussão – ganhou o prêmio de documentário no Festival de Sundance, além de ter feito uma boa carreira comercial nos Estados Unidos e no resto do mundo (custou cerca de 300 mil dólares e arrecadou, somente em solo norte-americano, algo em torno de 12 milhões).

O ponto de partida criativo de Spurlock foi o processo que duas adolescentes americanas abriram contra a McDonald’s. A alegação das duas garotas é que elas estavam obesas por causa dos lanches vendidos nesta cadeia (durante o filme sabemos o resultado deste processo). É uma acusação altamente discutível, pois não há indícios que lanches fast-food sejam viciantes, mas Spurlock resolveu seguir em seu “experimento”, mesmo com a desaprovação de sua namorada, uma cozinheira de comida vegetariana! Spurlock come o Big Mac que o diabo amassou ao ter seu fígado quase destruído ao final dos trinta dias (algo que nem os médicos que o acompanharam durante esta empreitada esperavam), além dos problemas mais óbvios que surgiram, como o enorme aumento de peso e também a elevação de sua taxa de colesterol.

Sua linha narrativa principal acompanha o quão tortuoso foi para ele seguir a tal dieta: Spurlock fica constantemente debilitado (muitas vezes ele chega a vomitar em cena – algo que não é uma das coisas mais agradáveis de se ver em um filme). Mas outras linhas são apresentadas, como aquela em que Spurlock mostra como escolas americanas apresentam em seus cardápios estes tipos de comida; ou quando mostra que Ronald McDonald (o palhaço símbolo do restaurante) pode ser mais conhecido que Jesus Cristo, no episódio mais inspirado do filme.

Spurlock sempre deixa claro que não está ali, submetido a todo esse processo, para provar alguma coisa ou querer modificar os hábitos alimentares de alguém. Ele parece, a todo o momento, estar apenas brincando, e de uma forma ou de outra, apresentando os malefícios que este tipo de comida pode trazer. Não chega a ser um trabalho excepcional, mas Morgan é simpático e faz seu trabalho direitinho. E, ao final, ele já conseguiu uma façanha: o McDonald´s retirou de suas lojas os produtos “super size” (os de maior tamanho).

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Super Size-me
Gênero: Documentario
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

terça-feira, 12 de maio de 2009

Fanboys


Essa nova onda dos filmes de comedia, as comedias nerds e inteligentes, é muito boa. Elas conseguem ser divertidas, bem feitas, arrancar otimas gargalhadas, contar uma otima historia, e tudo isso ser ter apelação sexual ou besteirol. Nessa onda temos filmes como SuperBad, Segurando as Pontas, Hot Rod, Queridinho da Vovo, Sex Drive, Hot Fuzz, Todo Mundo Quase Morto. O legal desses filmes é que eles mostram situações que acontecem no nosso dia a dia, oque nos faz identificar com o filme assim agradando e divertindo bastante.

E Fanboys é um desses filmes. O longa se situa no ano de 1998 faltando 6 meses para o lançamento do Star Wars Episode 1. Um grupo de jovens fãs de Star Wars viaja para visitar o rancho Skywalker e assistir o ” Episódio I” da série, para realizar o sonho de um amigo deles que esta com cancer e so tem 4 meses de vida e falta 6 meses para a estreia do filme.

Para quem é fã de Star Wars esse filme vai ser um prato cheio, repleto de divertidas citações sobre a serie. Outro ponto divertido que mostra no filme é a rivalidade entre os fãs de Jornadas nas Estrelas(os famosos Trekkers) e os fãs de Star Wars, que é uma das cenas mais divertidas do longa. Alem de ter a Kristen Bell no elenco, que é linda demais.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: Fanboys
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 90 min
Ano de Lançamento: 2009
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 292 mb

terça-feira, 5 de maio de 2009

A Volta dos Mortos Vivos


Os anos 80 foram ótimos para o cine trash. E muitos deles fizeram sucesso pelo equilíbrio entre o terror e o humor, isto é, tinha sua dose de humor sem desmerecer a seriedade do gênero terror. “A Volta dos Mortos Vivos” é destaque nesse bolo: carregamento de um gás experimental vaza e faz com que os defuntos se levantem com fome de cérebros vivos e fresquinhos. Um grupo de pessoas fica presas dentro de um armazém o qual é atacado pelos mortos.

Muito antes de “Extermínio” já havia aqui a idéia de zumbis que podiam correr ao invés de se arrastar. A homenagem ao “pai dos mortos-vivos” George Romero é imediata já que coloca os personagens num clima claustrofóbico. Com efeitos especiais revolucionários para a época, só não escapa dos velhos clichês. Mesmo assim é diversão garantida pra galera com mais de 30.

Trailer do Filme

Download do Filme

Título Original: The Return of the Living Dead
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 91 min
Ano de Lançamento: 1985
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 295 mb

domingo, 3 de maio de 2009

Segurando as Pontas(Pineapple Express)


Depois de redefinir o cinema moderno com as comédias O VIRGEM DE 40 ANOS, LIGEIRAMENTE GRÁVIDOS e SUPERBAD – É HOJE, a equipe de Judie Apatow embarca numa comédia de ação com SEGURANDO AS PONTAS (PINEAPPLE EXPRESS), uma espécie de FUGA À MEIA-NOITE sobre dois caras preguiçosos em fuga e sua cômica tentativa de estar um passo à frente de um bando de assassinos.

O pseudo-galã de alguns quilos a mais que o normal faz um maconheiro que, nas horas vagas, entrega intimações para pessoas que deixaram de pagar alguma dívida, ou não deixaram de cometer algum delito mais grave. Quando ele testemunha um assassinato, deixa, no susto, o resto de seu fumo cair no chão. O assassino imediatamente conhece o produto que ajuda a colocar nas ruas: o Pinneaple Express. Aí começa toda a confusão, porque seus capangas vão tentar eliminar a testemunha, e o traficante que vendeu a droga raríssima a ele.

James Franco (Homem-Aranha) está especialmente engraçado como o traficante que entra de gaiato na história, pode-se dizer que é sua melhor atuação ate hoje. Seth Rogen tem o dom das piadas cool, isso é fato e Danny McBride faz um intermediário imortal que tem várias das melhores cenas do filme.

Esse filme dividi opiniões, algumas pessoas acharam a melhor comedia de todos os tempos, ja outras pessoas acharam um lixo de filme. Muitas pessoas me recomendaram esse filme e me garatiram que era engraçado demais, no meio de toda essa expectativa acabei nem curtindo o filme. O longa tem suas cenas engraçadinhas mas nada que vai te fazer chorar de rir, tem mais ação do que otimas piadas.

Trailer do Filme

Download do Filme

Tamanho: 367MB
Gênero: Comédia
Formato: RMVB
Qualidade: DVDRip
Audio: Inglês
Legenda: Português
Ano de Lançamento: 2008